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43-Informação Paroquial de 27 Outubro a 03 de Novembro 2013 Imprimir EMail

INFORMAÇÃO  PAROQUIAL  DE 27 a 03 de NOVEMBRO DE 2013

01.  Domingo – 27 de Outubro – Eucaristia com Famílias: Bênção das Mãe e Filhos após o Parto: às 11h, na Missa da Matriz. Convidem as Famílias a dar Graças ao Senhor pela vida do Filho e da Mãe. Fazer Inscrição previamente.

02.  Inicio de Catequese Para Adultos- Este Domingo dia 27 às 21:00h

03.       Pastoral Paroquial da Saúde – Dia 28 de Outubro, às 21:30h.

04.       GEOP- GAC-CATEQUESE- Reúnem Próxima,terça-feira,dia 29, às 21:30h

05.       Direção Escola Paroquial Música e pais-Reúnem dia 1 de Novembro,às 21:30h

06.  Confissões para a 1ª Sexta-Feira Dia 30 de Outubro às 15:00h.

07.  Adoração ao Santíssimo Com os Escuteiros - dia 31 de Outubro.

08.  Centro de Aguiar-Dia 2 de Novembro Sábado, Missa às 09:00h da Manhã.ObservaçãoNão há Missa às 16:30h

09.  Corais D’Ouro 2013 - XlI Encontro de Grupos Corais de Gondomar de 02 a 30 de Novembro: Todos os Sábados de Novembro . Sempre no Auditório Municipal de Gondomar, às 21:30h.

10.  MUDANÇA PARA HORA DE INVERNO – Madrugada de Sábado 26 para Domingo 27, os Relógios atrasam 60 minutos.

11.  DIREITOS PAROQUIAIS – Estamos no S. Miguel. Ocasião para todas as Famílias cristãs participarem na missão da Igreja, pagando os Direitos Paroquiais. É uma obrigação anual de todas as Famílias. Em Portugal, está indicado a partilha em todas as Eucaristias, nas Campanhas e sempre que solicitados. Além disso os Direitos Paroquiais, para quem puder: um Dia de Rendimento da Família para a Comunidade. Quem não puder, ou precisar de apoio, estará totalmente à vontade propondo a situação.

v MISSAS DOS SANTOS E TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS 2013:

o   Dia 01 de Novembro, dia litúrgico de todos os Santos – Missa normal às 08.30h;

o   Dia 02 de Novembro, dia litúrgico de todos os Fiéis Defuntos, há as seguintes Missas:

§  Missa às 08:30h;

§  Missa às 10:00h;

§  Missa às 15:00h – com Vésperas de Defuntos e Procissão ao Cemitério

Obs: Não há Missas   16:30h   e   19:00h

Domingo – Dia 03 de Novembro – Missas no Horário Normal, porém:

§  A Missa das 19:00h é no Cemitério, por todos os defuntos ali sepultados.

12.XIV Semana Bíblica de Gondomar de 04 a 09 de Novembro 2013 na Cripta dos Capuchinhos. Vamos todos participar, nesta oportunidade. Ao terminarmos o ano da Fé, aproveitemos. Tema desta Semana: PALAVRA, FÉ E VIDA. Da Palavra de Deus à Fé dos Homens.

ACONTECE PROXIMAMENTE – REGISTE JÁ E RESERVE DISPONIBILIDADE

v  10. GEOP (Grupo Executivo das Obras Paroquiais)-Reunem dia 06 de Novembro 21:30h

v  Reunião Mensal – Confraria de Sto. Isidoro NSª SRª da Lapa-Dia04 de Novembro,21:30h

v  GEOP (Grupo Executivo das Obras Paroquiais)-Reunem dia 06 de Novembro 21:30h

v  MOCP(Movimentos Organismos Centros Paroquiais) – Os Coordenadores de todos os Movimentos, Organismos e Centros Paroquiais – Reúnem dia 8 de Novembro, às  21:30h.

v  Magusto Paroquial Dia 09 de Novembro – Com a toda a Catequese da Matriz. Aberto a toda a gente. Obse-rvação: Missa às 14:30h      Não Há Missa às 16:30h.

v  Em todas as Dioceses - Semana dos Seminários de 10 a 17 de Novembro.

v  Ala Nun’Álvares – Celebra S. Nuno de Santa Maria, na Missa das 11h, na Matriz.

v  SPEC(Secretariado Paroquial Educação Cristã) – Reúne Dia 11.11. às 21,30h, na Azenha.

v  EPB(Equipa Paroquial de Baptismos) -Reunião dia 12 de Outubro às 21:30h.

v  GAC(Grupo de Animação e Cultura) – Reúne 12 de Novembro, às 21,30h.

v  ATENÇÃO ESPECIAL AS FAMÍLIAS: No quarto Domingo de cada mês, na Missa da 11h, na Igreja Paroquial: Bênção da Mãe e Filho após o Parto. Normalmente a coincidir com a Bênção aos Noivos, acolhidos nesse mês. Próxima bênção da Mãe e Filho depois do Parto: 27-10 – 11.00h.

 

v  Marcação de Casamentos para 2014 –Já podem fazer a marcação de todos os Casamentos. Agradecemos muito, que façam também a Marcação das bodas de Prata e Ouro para 2014, a partir desta data. Com antecedência para poderem fazer uma bela preparação pastoral.

 

v  Quem pensa Batizar Filhos, ou ser Padrinho/Madrinha, precisa aparecer sempre com muita antecedência: no mínimo 3 meses. A Bênção das Mães grávidas e depois do Parto, é momento feliz para esta preparação. A Bênção após o Parto, para Mãe e Filho, é também um momento necessário na preparação do Sacramento do Batismo.

v   

 

EM 2013

BÊNÇÃO DAS MÃES GRÁVIDAS EM 2013

Em Comunidade, próximo Dia 22 de Dezembro – 11h – Igreja Matriz.

Sempre que solicitadas.

 

BÊNÇÃO DA MÃE E DO FILHO, APÓS O PARTO – Sempre que solicitada.

Em Comunidade – Ao quarto Domingo do mês; às 11h, na Igreja Matriz: 

- 22 de Setembro na Matriz, às 11h;    

- 27 de Outubro na Matriz, às 11h;   

- 24 de Novembro na Matriz, às 11h;       

- 29 de Dezembro na Matriz, às 11h

Agradecemos façam sempre inscrição prévia na Sacristia

ou por mail, para facilitar o acolhimento.

 

EM 2014

B ê n ç ã o    d a s    M ã e s    G r á v i d a s    e m    2 0 1 4

Sempre que solicitada.

E…

*  19 de Março, 21,30H – Em S. José;      

*  04 de Maio,19H– Na Matriz;            

*  07 de Setembro, 19H – Na Matriz;      

*  21 de Dezembro, 11H – Na Matriz.

 

BÊNÇÃO DA MÃE E DO FILHO, APÓS O PARTO em 2014

Nos seguintes Domingos, na Igreja Matriz:

26/Janeiro=11h;     

23/Fevereiro=11h, na Igreja Matriz;   

23/Março=11h, na Igreja Matriz;   

27/Abril=11h, na Igreja Matriz;      

25/Maio = 19H, na Igreja Matriz;    

22/Junho=11h, na Igreja Matriz;    

28/Setembro=11h, na Igreja Matriz;

26/Outubro=11h, na Igreja Matriz;   

23/Novembro=11h, na Igreja Matriz;   

28/Dezembro=11h, na Igreja Matriz

Agradecemos façam sempre inscrição prévia na Sacristia

ou por mail, para facilitar o acolhimento.

 

Ano 2017 Centenário da Senhora do Rosário de Fátima. Tema do Ano 2013: «Não tenhais medo»

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DOMINGO XXX – Tempo Comum C  -   EVANGELHO Lc 18, 9-14
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo, Jesus disse a seguinte parábola para alguns que se consideravam justos e desprezavam os outros: «Dois homens subiram ao templo para orar; um era fariseu e o outro publicano. O fariseu, de pé, orava assim: ‘Meu Deus, dou-Vos graças por não ser como os outros homens, que são ladrões, injustos e adúlteros, nem como este publicano. Jejuo duas vezes por semana e pago o dízimo de todos os meus rendimentos’. O publicano ficou a distância e nem sequer se atrevia a erguer os olhos ao Céu; mas batia no peito e dizia: ‘Meu Deus, tende compaixão de mim, que sou pecador’. Eu vos digo que este desceu justificado para sua casa e o outro não. Porque todo aquele que se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado».
Palavra da salvação.

Palavra da salvação.

Páginas de apoio litúrgico:

Dehonianos, Sacerdotes do Coração de Jesus E Secretariado Nacional de Liturgia

Saudações a todos os Paroquianos e Visitantes desta página. Hoje tivemos a graça de ouvir e estar com o Sr. D. Manuel Rodrigues Linda, Bispo das Forças Armadas. Sob o tema “A Caridade não acaba nunca”, dissertou num magistral Conferência, no Auditória da Biblioteca Municipal. Tivemos a delícia de  um Intróito e Conclusão com a Harpista Carolina Queirós. Assim se concluiu o Ciclo de Conferências do Ano da Fé: A FÉ – CAMINHO DE ESPERANÇA, abordando as Quatro Constituições do Vaticano II.

Ao iniciarmos um Novo Ano Pastoral, após as Festas do Rosário, louvamos e agradecemos ao Senhor todos os Paroquianos de Gondomar/S. Cosme, que discreta, humilde e eficazmente, se dão a Deus e aos Irmãos. Seja a Confraria de S. Cosme e Damião e Nossa Senhora do Rosário, Esposas, Filhos e Netos todos a trabalhar com amor em unidade paroquial e em perfeita sintonia com a Paróquia, pois não há outro caminho; sejam os generosos Irmãos do GEOP, Bar e Tenda da Amizade, todos os agentes da Liturgia, as dedicadas Funcionárias, ou os Servidores da Caridade nos Doentes e Pobres, fazem de cada dia e mês do Ano, tempo feliz e fecundo de Missão por dentro. Graças a Deus por todos. O Pai a todos recompense, cem por um, como só Ele sabe e gostas de fazer. O Pároco, em nome de toda a Paróquia, expressa viva alegria e gratidão a todos sem exceção. “Deus lhes pague”, como diz o Povo simples mas sábio. Continuação d ebom mês de Outubro. O Pároco: P. Alípio Barbosa.

Um belo mês de Outubro: do Rosário e das Missões. Abraço em Cristo.

 

Fim de Semana de Todos os Santos e de Todos os Fiéis Defuntos. Momento de profundo significado antropológico e cristão.

 

 

A BELEZA DA LITURGIA – GRANDE MEIO PARA A NOVA EVANGELIZAÇÃO

Com a devida vénia, transcrevemos alguns trechos, muito assertivos e científicos, do Revmo. Senhor Dr. Jorge Barbosa, Organista, Músico e digníssimo sacerdote da Diocese de Viana do Castelo.

MÚSICA NO MATRIMÓNIO: Não? Sim? E que Música?

Escutemos quem investigou, e sabe por experiência própria:

“CANTAR É PRÓPRIO DE QUEM AMA…”

A MÚSICA NAS CELEBRAÇÕES DE MATRIMÓNIO

 

“Cantar é próprio de quem ama;

e daquele que está tomado pelo santo fervor

de um santo amor”

(SANTO AGOSTINHO, Sermão 336, 1)

 

Conclusão:

 

5. Conclusão:

 

Gostaria de concluir esta reflexão sobre a música na liturgia matrimonial de uma forma optimista, procurando apresentar ainda algumas ideias que poderão ser outras tantas pistas de orientação, para além do que anteriormente foi dito. A relações entre o sacro e o profano na arte e na música sempre foram problemáticas, a tentativa de invadir o ambiente sacro com elementos profanos foi uma constante ao longo da História e a cultura cristã acabou por ser condicionada pela necessidade de compensar a seriedade do culto com a abertura a alguma descontracção no ambiente dos templos, ainda que nunca dentro deles. Esta situação levou mesmo Joseph Ratzinger a dizer, com alguma graça que “essa correlação entre a Liturgia e o convívio popular (entre “igreja e taberna”) desde sempre foi e continua a ser tipicamente católica”.[1] Porém, a relação entre a liturgia e as diferentes formas de cultura tem de estabelecer-se de modo a que seja a Liturgia a condicionar e a ser fonte de cultura e não a cultura a condicionar a liturgia; esse tem sido o pensamento da Igreja, nomeadamente a partir do momento em que mais claramente se definiram os parâmetros da cultura secular. A inserção de motivos chamados profanos na música litúrgica apenas aconteceu quando não existia propriamente uma música profana.

 

“A criatividade artística e a integração de motivos profanos envolve perigos: a música deixa de ter a oração como base do seu desenvolvimento e a exigência da autonomia artística orienta-a para fora da Liturgia, procurando a finalidade nela própria, abrindo as portas a modos totalmente diferentes de viver e sentir; ela afasta a liturgia da sua verdadeira natureza”.[2] 

 

A liturgicidade da música define-se pela sua capacidade em nos inserir no verdadeiro espírito da liturgia, enquanto antevisão da liturgia celeste,[3] enquanto identificação com os coros dos anjos e dos santos, enquanto actuação do próprio sacrifício de Jesus Cristo. Não se trata, pois, de viver qualquer espécie de arrebatamento, experiência estética, ou êxtase pessoal, nem muito menos perante uma forma de actuar condicionada pelos gostos pessoais de quem quer que seja e, neste caso, dos noivos, dos convidados, de  quem canta ou toca.

 

A liturgia tem uma dimensão cósmica, tem uma dimensão que transcende o nosso mundo, algo que vai para além do nosso tempo e, por isso, nela, o Logos tem prioridade sobre o Ethos,[4] quer dizer, os nossos sentimentos e vivências pessoais devem submeter-se às propostas da fé comum, as nossas ideias devem estar sujeitas às normas da liturgia, os nossos gostos pessoais devem estar de acordo com o sentir e celebrar de toda a comunidade cristã, aquela que celebra a mesma liturgia em qualquer parte do mundo. Este “carácter cósmico da música litúrgica encontra-se em contradição com a dupla transposição moderna que vê a música como subjectividade e mera expressão da vontade”.[5] A liturgia está em diálogo com as culturas, está aberta à diversidade geográfica, mas salvaguardando sempre aquela especificidade que a caracteriza enquanto forma de realizar a unidade da Igreja.

 

Relativamente às obras cuja inserção na liturgia comentámos, oferece-se-nos dizer ainda o seguinte: teremos que distinguir entre o que é música na liturgia e música que antecede ou segue a celebração litúrgica, como é o caso das Marchas Nupciais. Em si mesmas, não envolvem qualquer atropelo à Liturgia propriamente dita; é importante, no entanto, que não se confunda a entrada da noiva ou do noivo com a entrada do Celebrante que deve ser acompanhada do Cântico de Entrada. Se os noivos entram com o Celebrante, não faz sentido a Marcha Nupcial. Quanto à execução de outras obras como a Ave-Maria de Schubert ou Gounod, uma vez que, no nosso ambiente cultural a sua eventual profanidade não é notória, mas, pelo contrário, sempre foram entendidas como música religiosa, não é que, de todo, sejam inadequadas, contanto que não interfiram directamente como o andamento do rito e sejam executadas em momentos musicalmente mais indefinidos – ofertório, pós comunhão – ou, melhor ainda, num momento de consagração da noiva a Nossa Senhora, nos casos em que tal ainda se faz. É evidente que, em cada caso, em cada momento, temos que nos perguntar: Que sentido faz esta música neste momento? Fará sentido cantar a Ave-Maria ou o Panis Angélicus depois do consentimento matrimonial? Terá cabimento tocar uma Ária instrumental à Comunhão? Pensamos francamente que não.

Uma música litúrgica, dotada daquelas características de arte que a doutrina da Igreja propõe – santidade, perfeição de forma e universalidade – ou seja, qualidade estética, relação estreita com o mistério celebrado e um sentido de Igreja que a faça ser verdadeiramente católica, implica superar aquela tentação de autonomia da arte que, no século XIX, a afastou da fé e do seu sentido original para a recuperar como expressão de uma realidade acolhida como dom de Deus e capaz de ajudar a transformar para melhor o mundo em que vivemos. Se no matrimónio cristão celebramos o mistério da aliança de Deus com o homem, se celebramos a profundidade do amor que é afinal a própria natureza de Deus, se o matrimónio cristão consagra uma experiência de amor humano que é elevada à dignidade de epifania dos mistério trinitário, a melhor música com que o devemos celebrar será aquela que nos revele esse mistério de dom, de amor, em suma, o próprio Deus; uma música em que “cantar signifique não tanto abrir a boca e deixar sair sons variadamente modulados, mas utilizar os dons do Espírito Santo, de modo que na alma, rica de fé, se acenda de amor e, assim, fecunde outras almas que, cantando, saibam unir a sua voz à de Cristo que é um hino eterno ao Pai”.[6]

Esta foi a Conclusão do Artigo

 



[1] JOSEPH RARZINGER, Introdução ao espírito da liturgia, Ed. Paulinas, Lisboa, 2001, p. 148.

 

[2] Idem. p. 108.

 

[3] Cfr. Constituição “Sacrosanctum Concilium”, n. 8 e 83.

 

[4] Expressão de Romano Guardini em O Espírito da Liturgia.

 

[5] Idem. p. 114.

[6] ANTÓNIO MISTRORIGO, La Musica Sacra nella Liturgia, Ed, Portalupi, Casale Monferrato, 2002, p. 10-11).

 

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