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41-Informação Paroquial de 13 a 20 de Outubro 2013 Imprimir EMail

                INFORMAÇÃO  PAROQUIAL  DE  13  a 20  de OUTUBRO DE 2013

01.  Escola Paroquial de Musica - Encontram-se abertas as incrições para Escola Paroquial de Musica, as Incrições deverão ser efetuadas no Cartório ou na Sacristia da Igreja Matriz.Vamos Incentivar os nossos mais pequenos para a Música, inscreva o seu filho ou neto. Vai ter: Formação Musical, Classe de Conjunto e Instrumentos: Paino, Violino, Flauta Transversal e Oboé.

02.  Tenda da Amizade – Acolhe os romeiros, forasteiros e paroquianos, nos Dias do Rosário. No Rosário Pequenino: Dias 12 e 13 de Outubro. De manhã e de tarde.

03.  Missas no Monte Crasto - Dia13 de Outubro-Em Honra de Santa Bárbara-09;30h e 11:00h.

04.  Missa no Monte Crasto, dos Dias 13Ação de Graças a Nossa Senhora, é no dia 14 às 08:30h.

05.  Leitores da Matriz – Reúnem Dia 14 às 21:30h.

06.  Confraria das Almas – Reunião Mensal dia 14, 21:30h.

07.  CAE(Conselho Assuntos Económicos - Reunião dia 14 de Outubro, 21,30h.

08.  SPEC(Secretariado Paroquial Educação Cristã) – Reunião dia 15 de Outubro, 21:30h em Aguiar.

09.  CPCM(Conselho de Pais da Catequese da Matriz) – Reúne dia 16 de Outubro, às 21,30h.

10.  Início da Catequese do 11.º para o Crisma: Dia 18-10, em S. José, com Pais, Filhos e Catequistas. Catequese-Fim de Semana 18 e 19 de Outubro, Retoma toda a Catequese.

11.  COLÓQUIO MISSIONÁRIO: “A Missão Ad Gentes” – Nos Capuchinhos de Gondomar, Dia 18, às 21,30h. Convidam-se todos os Paroquianos. Dará o seu Testemunho missionário o Rev Padre António Almiro Mendes, do Secretariado Diocesano das Missões e a Enf.ª Célia Queirós, da Associação Padrinhos de África e o Padre António Pojeira, OFM, Missionário em Timor.Assim, o GAM(Grupo de Animação Missionária dos Capuchinhos) convida todos os interessados a saber mais sobre a Missão Ad gentes e o sobre o sentido de ser missionário a estarem presentes neste colóquio, no qual haverá espaço para debate e para esclarecimento de dúvidas ou questões relacionadas com a temática.

 

12.  Abertura Novo Ano Escutista – Dia 19 de Outubro, na Missa das 19:00h – O Agrupamento de Escuteiros informa que estão abertas as inscrições para Lobitos, crianças dos 6 anos aos 10 anos – Podem passar na sede do Agrupamento dos Escuteiros, ao Sábado pelas 15horas

13.  SEMANA DAS MISSÕES – De 13 a 20 de Outubro. Em toda a Igreja, Oração, informação e partilha com as Missões.Dia 20 de Outubro dia Mundial das Missões. Os Ofertórios das Missas são para as Missões

14.  DIREITOS PAROQUIAIS – Estamos no S. Miguel. Ocasião para todas as Famílias cristãs participarem na missão da Igreja, pagando os Direitos Paroquiais. É uma obrigação anual de todas as Famílias. Em Portugal, está indicado a partilha em todas as Eucaristias, nas Campanhas e sempre que solicitados. Além disso os Direitos Paroquiais, para quem puder: um Dia de Rendimento da Família para a Comunidade. Quem não puder, ou precisar de apoio, estará totalmente à vontade propondo a situação.

ACONTECE PROXIMAMENTE – REGISTE JÁ E RESERVE DISPONIBILIDADE

v  Zeladoras da Matriz-Reunião:todas as Zeladoras Matriz e Conselho Economico–dia 22-10  21:30

v  Continua todas as Quintas-Feiras o Santíssimo Sacramento Exposto, das 09.00h – às 22,30h.

v  Rosário na Matriz – Oração do Rosário, com as Famílias-Dia 25 de Outubro 21:30h

v  Ciclo de Conferências - A Fé Caminho de Esperança – Dia 26 de Outubro,na Biblioteca Municipal de Gondomar, teremos a última Conferência, com o Sr. D. Manuel Linda, agora nomeado Bispo das Forças Armadas.

v MISSAS DOS SANTOS E TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS 2013:

o   Dia 01 de Novembro, dia litúrgico de todos os Santos – Missa normal às 08.30h;

o   Dia 02 de Novembro, dia litúrgico de todos os Fiéis Defuntos, há as seguintes Missas:

§  Missa às 08:30h;

§  Missa às 10:00h;

§  Missa às 15:00h – com Vésperas de Defuntos e Procissão ao Cemitério

Obs: Não há Missas   16:30h   e   19:00h

Domingo – Dia 03 de Novembro – Missas no Horário Normal, porém:

§  A Missa das 19:00h é no Cemitério, por todos os defuntos ali sepultados.

 

ATENÇÃO ESPECIAL AS FAMÍLIAS:

No quarto Domingo de cada mês, na Missa da 11h, na Igreja Paroquial.

Normalmente a coincidir com a Bênção aos Noivos, acolhidos nesse mês;

 

EM 2013

BÊNÇÃO DAS MÃES GRÁVIDAS EM 2013

Em Comunidade, próximo Dia 22 de Dezembro – 11h – Igreja Matriz.

Sempre que solicitadas.

 

BÊNÇÃO DA MÃE E DO FILHO, APÓS O PARTO – Sempre que solicitada.

Em Comunidade – Ao quarto Domingo do mês; às 11h, na Igreja Matriz: 

- 22 de Setembro na Matriz, às 11h;    

- 24 de Outubro na Matriz, às 11h;   

- 24 de Novembro na Matriz, às 11h;       

- 29 de Dezembro na Matriz, às 11h

Agradecemos façam sempre inscrição prévia na Sacristia

ou por mail, para facilitar o acolhimento.

 

EM 2014

B ê n ç ã o    d a s    M ã e s    G r á v i d a s    e m    2 0 1 4

Sempre que solicitada.

E…

*  19 de Março, 21,30H – Em S. José;      

*  04 de Maio,19H– Na Matriz;            

*  07 de Setembro, 19H – Na Matriz;      

*  21 de Dezembro, 11H – Na Matriz.

 

BÊNÇÃO DA MÃE E DO FILHO, APÓS O PARTO em 2014

Nos seguintes Domingos, na Igreja Matriz:

26/Janeiro=11h;     

23/Fevereiro=11h, na Igreja Matriz;   

23/Março=11h, na Igreja Matriz;   

27/Abril=11h, na Igreja Matriz;      

25/Maio = 19H, na Igreja Matriz;    

22/Junho=11h, na Igreja Matriz;    

28/Setembro=11h, na Igreja Matriz;

26/Outubro=11h, na Igreja Matriz;   

23/Novembro=11h, na Igreja Matriz;   

28/Dezembro=11h, na Igreja Matriz

Agradecemos façam sempre inscrição prévia na Sacristia

ou por mail, para facilitar o acolhimento.

 

Ano 2017 Centenário da Senhora do Rosário de Fátima. Tema do Ano 2013: «Não tenhais medo»

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DOMINGO XXVIII – Tempo Comum C  - Dia 13 de Outubro 2013  -  Rosário Pequenino
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas- Lc 17, 11-19

Naquele tempo, indo Jesus a caminho de Jerusalém, passava entre a Samaria e a Galileia. Ao entrar numa povoação, vieram ao seu encontro dez leprosos. Conservando-se a distância, disseram em alta voz: «Jesus, Mestre, tem compaixão de nós». Ao vê-los, Jesus disse-lhes: «Ide mostrar-vos aos sacerdotes». E sucedeu que no caminho ficaram limpos da lepra. Um deles, ao ver-se curado, voltou atrás, glorificando a Deus em alta voz, e prostrou-se de rosto em terra aos pés de Jesus, para Lhe agradecer. Era um samaritano. Jesus, tomando a palavra, disse: «Não foram dez os que ficaram curados? Onde estão os outros nove? Não se encontrou quem voltasse para dar glória a Deus senão este estrangeiro?». E disse ao homem: «Levanta-te e segue o teu caminho; a tua fé te salvou».

Palavra da salvação.

Páginas de apoio litúrgico:

Dehonianos, Sacerdotes do Coração de Jesus E Secretariado Nacional de Liturgia

A nossa Comunidade Paroquial, em sintonia com a santa Mãe Igreja celebra os nossos Pais na Fé e a nossa Mãe e Senhora, do Rosário, de Fátima de todos nós. Foram as Têmporas de S. Mateus. O habitual S. Miguel das colheitas e dons da Terra: Vinho Novo e doce, as Nozes, os Nabos, em delicioso Caldo ou simples salada, cozidos ou estufados, Vindimas, recolha do Milho para o Pão, antecipando já as primícias das Castanhas, na abundância dos Figos, quais dons do Criador, por meio das Criaturas Humanas e da Natureza. É o recomeço das Aulas e da Catequese escolástica, do Ano Pastoral que nos anima em fervor e esperança. Outubro, mês missionário, mês do Rosário. Tantos motivos para reconhecermos e agradecermos o Amor do Senhor. Neste 12 e 13 de Outubro, a Imagem de Nossa Senhora do Rosário de Fátima está em Roma, para Oração especial com o Papa Francisco. Vai Passar em Procissão pelo Mosteiro onde vive o Papa emérito Bento XVI. Aliás este pedido foi feito por ele, depois confirmado pelo sucessor Papa Francisco. Esta Imagem branca, é o mais belo e rico Ícone da Graça e Misericórdia de Deus para com a nossa Humanidade… do século XX e XXI.

O Pároco saúda todos os visitantes deste sítio, especialmente a si, nesta hora de grande renovação, provação material e espiritual… sempre aprofundamento e descoberta de Deus. A Nossa Senhora do Rosário(de Fátima), que aqui veneramos desde há séculos, São Cosme e São Damião, lhes alcancem toda a Força, Esperança e Luz que nos vem de Cristo, pela Igreja. Continuação de Boas Festas do Rosário. Um belo mês de Outubro: do Rosário e das Missões. Abraço em Cristo, e na exemplar vida dos nossos Pais na Fé Cosme e Damião. O Pároco: P. Alípio Barbosa

 

 

A BELEZA DA LITURGIA – GRANDE MEIO PARA A NOVA EVANGELIZAÇÃO

Com a devida vénia, transcrevemos alguns trechos, muito assertivos e científicos, do Revmo. Senhor Dr. Jorge Barbosa, Organista, Músico e digníssimo sacerdote da Diocese de Viana do Castelo.

MÚSICA NO MATRIMÓNIO: Não? Sim? E que Música?

Escutemos que investigou, e sabe por experiência própria:

“CANTAR É PRÓPRIO DE QUEM AMA…”

A MÚSICA NAS CELEBRAÇÕES DE MATRIMÓNIO

 

“Cantar é próprio de quem ama;

e daquele que está tomado pelo santo fervor

de um santo amor”

(SANTO AGOSTINHO, Sermão 336, 1)

 

Continuação: …

 

4. O repertório actual destinado às Celebrações do Matrimónio

 

As publicações musicais de referência têm publicado alguns cânticos que procuram dar resposta às solicitações da doutrina do Magistério sobre as celebrações do matrimónio: a Nova Revista de Música Sacra consagrou ao tema o número 8 da I série, num conjunto de cânticos para os diversos momentos da celebração, com particular relevo para o Próprio, com músicas de Benjamim Salgado. Ficou particularmente no repertório o belíssimo cântico do Ofertório; a dificuldade dos dois cânticos propostos por Manual Faria – nomeadamente o Voto Nupcial – impediu a sua divulgação, apesar das fortes ressonâncias bíblicas do poema; um belo exemplo do que se poderia cantar no caso de haver um bom solista, dos tais profissionais, e um bom organista, precisamente após a entrega das alianças.

 

No número 26 da II série, a Nova Revista de Música Sacra volta ao tema: apresenta trabalhos de particular ressonância bíblica como o cântico “Do seu santuário”, um Salmo Responsorial, como já tinha acontecido no número anterior e uma versão a três vozes do cântico “Nossa Senhora do Lar” antes publicado por Manual Faria, na colectânea Senhora da Primavera, com o texto ligeiramente alterado para o enquadramento na cerimónia. Neste caso, trata-se de um cântico que se poderá também inserir no momento especial do final do “consentimento” e das alianças, apesar de o texto ter um relativo valor poético. O mesmo já não diria do cântico “Os dias são de luz”, pois o texto não deixa de ser uma pobre adaptação dum tema de cançoneta e uma cedência escusada ao ambiente que deveremos evitar nos matrimónios; o facto de se lhe aplicar uma música de sabor litúrgico, que não representa a qualidade a que o seu autor, Manual Faria, nos habituou, não faz dele um cântico litúrgico, porque não deixa de evocar a canção original – “Those were the days” – pelo menos para quem a conheceu.

Os cânticos seguintes são, em nossa opinião, os melhores que se escreveram para a celebração matrimonial, pela qualidade dos textos e sua clara ressonância bíblica, pela qualidade da música e pelas potencialidades que oferecem aos executantes: “Construí a vossa casa sobre a rocha” nasce de um dos Evangelhos propostos para a celebração do matrimónio e para uma das mais importantes expressões do ritual; “Jesus Cristo fundou a sua Igreja” evoca a dimensão eclesial da aliança matrimonial nomeadamente celebrada na teologia paulina; “O Senhor vos conserve sempre unidos” aponta para a própria linguagem da Bênção Final dos esposos, imediatamente anterior; perfeito enquadramento com a celebração.

A Nova Revista de Música Sacra voltou ao tema no seu número 71-72. Os cânticos apresentados não revelam a qualidade dos anteriores, com raras excepções: os poemas, de forte ressonância bíblica, são bastante bons, com algumas excepções; porém, musicalmente, caem em alguns lugares comuns e nem sempre são bem conseguidos, uns porque se tornam difíceis de assimilar – “Do Santuário vos guarde o Senhor” – outros porque de fraca consistência melódico- harmónica – “Quero bendizer-vos”, “Senhor Jesus, iluminai nossas famílias” e “A terra está cheia” – outros por uma série de problemas de ordem estrutural – “Um para o outro” – nomeadamente pela deficiente relação entre o carácter tonal-modal da estrofe inicial, cuja cadência não se encaixa bem com a entoação do Refrão, isto para não falarmos do acompanhamento que ainda complica mais as coisas.[1] Os restantes não oferecem grande interesse e revelam grandes problemas de carácter formal: “No matrimónio cristão” tem graves desacertos entre a acentuação do texto e os apoios métricos, indicador de falta de perícia técnica; a versão coral do “Em todo tempo bendirei o Senhor” é trivial, para não dizermos de uma banalidade confrangedora;[2] a estrutura de “Ficai connosco” está truncada, dando a entender que lhe falta uma frase, para além das deficiências de condução da melodia, logo a partir da segunda pauta. Concluindo: não me parece muito conseguido este número duplo consagrado à liturgia matrimonial, representando, em meu entender, um retrocesso relativamente aos números anteriores.

Se formos aos cânticos que a colectânea oficial Cantemos Todos nos oferece para a celebração do matrimónio, entre os números 400 a 410, também não vamos mais longe: alguns são os já assinalados anteriormente e, para além disso, temos mais outros particularmente respigados do Boletim de Música Litúrgica do Porto: um Salmo Responsorial e um cântico apropriado para depois do consentimento cujo texto se aproxima da mensagem do Livro de Génesis e da doutrina da “criação do homem e mulher à imagem e semelhança de Deus”; musicalmente parece pouco consistente sobretudo na parte das estrofes, e pela grande semelhança destas com o Refrão, o que provoca uma certa monotonia. Esta colectânea propõe ainda como Cântico Final duas antífonas marianas: “Deus vos salve Rainha dos céus”[3], cujo estilo quase em recitativo (com algumas debilidades em “alegrai-vos ó Virgem gloriosa”) não é o mais adequado para um cântico final e “À vossa protecção nos acolhemos”[4] com uma música também em recitativo que não sai muito dos lugares comuns e de uma certa ambiguidade tonal-modal pouco adequada ao enquadramento de um final de celebração nupcial.

 

Efectivamente, não é muito animador o panorama da música litúrgica para as celebrações de matrimónio, apesar de alguns bons exemplos de cânticos que poderão contribuir para uma celebração condigna. Será porque os próprios compositores não se sentem motivados para escrever efectivamente para este tipo de celebração? Será pela má qualidade dos textos? Será pela dificuldade em musicar poemas demasiado narrativos e onde falta verdadeiramente aquele lirismo que deveria envolver a poesia, para mais num país de poetas como é o nosso? Ou será também porque se convencionou que, para ser litúrgica, uma poesia tem que ser narrativa, e a música tem que ser insípida e demasiado despida de sentimento? Não nos ensinou o grande repertório musical – do canto gregoriano aos compositores renascentistas e clássicos – a encontrar um sadio lirismo que nos fale de Deus e de uma forte dimensão espiritual na música?

 (Continua no próximo número)

 



[1] A primeira parte da estrofe vagueia entre um sol menor, um si bemol e sobretudo um Deuterus em Re, que será efectivamente a estrutura base a atender à cadência final, mas onde não se enquadrarão as frases interiores; o Refrão ataca um Sol menor com relação de Dominante-Tónica, mas o acorde de mi bemol acaba por ser descabido; pior ainda pelo facto de a progressão melódica não ser correspondida pela progressão harmónica. Depois de uma cadência intermédia na dominante de Sol menor, sem sensível, acabamos por nos dirigir para Si bemol sem qualquer justificação. Ou seja, uma grande confusão que acaba por tornar o cântico difícil e de reduzido efeito.

 

[2] A entrada do Tenor é de uma banalidade e de uma cedência ao mau-gosto que admira aparecer numa publicação do género, para além de revelar uma deficiente concepção do movimento ao nível da condução das partes e sua inserção no conjunto: veja-se a partir de “saboreai e vede”, com paragens injustificadas.

 

[3] Tradução oficial da antífona “Ave Regina coelorum”

 

[4] Efectivamente não se trata de uma Antífona mas do Troparium “Sub tuum praesidium confugimus” que hoje vem incluído nas antífonas marianas de final de Completas.

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