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40-Informação Paroquial de 06 a 13 de Outubro 2013 Imprimir EMail

INFORMAÇÃO  PAROQUIAL  DE  06 a 13 de OUTUBRO DE 2013

01.  Escola Paroquial de Musica - Encontram-se abertas as incrições para Escola Paroquial de Musica, as Incrições deverão ser efetuadas no cartório ou na sacristia da Igreja Matriz.Vamos Incentivar os nossos mais pequenos para a Música, inscreva o seu filho ou neto na Música um dia mais tarde ele irá agradecer-lhe. Vai ter: Formação Musical, Classe de Conjunto e Instrumentos: Paino, Viloino, Flauta Transversal e Oboé.

02.  Caridade - A Conferência Vicentina da nossa Paróquia, convida os Paroquianos a continuarem a partilha com os mais Carenciados da nossa Paróquia. Podem entregar géneros alimentícios, não degradávies, na Matriz. Tipo arroz, açúcar, massa, enlatados e o mais que o coração ditar.

03.  FESTAS DO ROSÁRIO - Missas Nas Festas do Rosário.

a.      Sábado, Dia 05: 19.00h – A Missa das 16:30h não há.

b.      Domingo, Dia 06

- 07:30h e 09:30h, Na Capela da Ressurreição.

- 11:00 na Igreja – Missa Solene presidida sr. Bispo, D. Joaquim Gonçalves, Bispo Emérito de Vila Real.

- 19:00h na Matriz.

c.       Segunda, Dia 07   - 10h , Missa Solene em Honra dos nossos Padroeiros, presidida pelo Administrador Apostólico da nossa Diocese do Porto, Sr. D. Pio Gonçalo Alves.

d.      16h – Procissão solene, como é habitual. Nas Ruas por onde passa, colchas nas varandas e Janelas, são belo sinal de alegria pascal e de Festa.

e.      Dias 12 e 13 Sábado e Domingo Rosário Pequenino-Missas no Horário Normal

04.  Tenda da Amizade – Acolhe os romeiros, forasteiros e paroquianos, nos Dias do Rosário. Dias: 05, 06 e 07 de Outubro; também no Rosário Pequenino: Dias 12 e 13 de Outubro. De manhã e de tarde.

05.  Missas no Monte Crasto - Dia 6 de Outubro-08:30h e 11:00h.Dia13de Outubro-Em Honra de Santa Bárbara-09;30h e 11:00h

06.  GAC(Grupo de Animação e Cultura)-Reunião dia 8,às 21:30h.

07.  Direção do nosso Agrupamento Escuteiros – Reúne dia 08, 21,30h, na sua Sede.

08.  MMF(Movimento Mensagem de Fátima) -Reúnem dia 9 de Outubro, 09:30h

09.  Direção da Escola Paroquial de Música – Reúne dia 09, às 21,30h.

10.  GEOP-(Grupo Executivo Obras Paroquiais)- Reúnem dia 9 de Outubro, 21:30h

11.  Exposição do Santíssimo todas as Quintas –feiras- dia 10 Outubro com a Confraria do Rosário

12.  MCC(Movimento dos Cursilhos de Cristandade) – Ultreia Abertura, em Vilar, Dia 10 – 21,30h.

13.  Rosário na Matriz - dia 13 às 18.00h – (Orienta: Movimento Mensagem de Fátima).

14.  Missa no Monte Crasto, dos Dias 13Ação de Graças a Nossa Senhora, é no dia 14 às 08:30h

15.  Leitores da Matriz- Dia 14 às 21:30h

16.  Confraria Almas-Reunião Mensal dia 14, 21:30h

17.  DIREITOS PAROQUIAIS – Estamos no S. Miguel. Ocasião para todas as Famílias cristãs participarem na missão da Igreja, pagando os Direitos Paroquiais. É uma obrigação anual de todas as Famílias. Em Portugal, está indicado a partilha em todas as Eucaristias, nas Campanhas e sempre que solicitados. Além disso os Direitos Paroquiais, para quem puder: um Dia de Rendimento da Família para a Comunidade. Quem não puder, ou precisar de apoio, estará totalmente à vontade propondo a situação.

 

ACONTECE PROXIMAMENTE – REGISTE JÁ E RESERVE DISPONIBILIDADE

v  CAE(Conselho para Assuntos Económicos) – Reúnem dia 14 de Outubro 21:30h

v  Leitores da Matriz - Reúnem dia 14 – 21:30h

v  SPEC(Secretariado Paroquial Educação Cristã)-Reunião dia 15 de Outubro, 21:30h em Aguiar.

v  CPCM(Conselho de Pais da Catequese da Matriz) – Reúne dia 16 de Outubro, às 21,30h.

v  Início da Catequese do 11.º para o Crisma: Dia 18-10, em S. José, com Pais, Filhos e Catequisas.

v  SEMANA DAS MISSÕES – Em toda a Igreja, Oração, informação e partilha com as Missões.

v  Dia Mundial da Missões dia 20 de Outubro. Ofertório das Missas é para as Missões.

 

 

Ano 2017 Centenário da Senhora do Rosário de Fátima. Tema do Ano 2013: «Não tenhais medo»

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DOMINGO XXVII – Tempo Comum C  - Dia 13 de Outubro 2013  -  Rosário Pequenino
EVANGELHO Lc 17, 5-10

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo, os Apóstolos disseram ao Senhor: «Aumenta a nossa fé». O Senhor respondeu: «Se tivésseis fé como um grão de mostarda, diríeis a esta amoreira: ‘Arranca-te daí e vai plantar-te no mar’, e ela obedecer-vos-ia. Quem de vós, tendo um servo a lavrar ou a guardar gado, lhe dirá quando ele voltar do campo: ‘Vem depressa sentar-te à mesa’? Não lhe dirá antes: ‘Prepara-me o jantar e cinge-te para me servires, até que eu tenha comido e bebido. Depois comerás e beberás tu’?. Terá de agradecer ao servo por lhe ter feito o que mandou? Assim também vós, quando tiverdes feito tudo o que vos foi ordenado, dizei: ‘Somos inúteis servos: fizemos o que devíamos fazer’.Palavra da salvação.

Página de apoio litúrgico: Dehonianos, Sacerdotes do Coração de Jesus E Secretariado Nacional de Liturgia

 

A nossa Comunidade Paroquial, em sintonia com a santa Mãe Igreja celebra os nossos Pais na Fé e a nossa Mãe e Senhora, do Rosário, de Fátima de todos nós. Foram as Têmporas de S. Mateus. O habitual S. Miguel das colheitas e dons da Terra: Vinho Novo e doce, as Nozes, os Nabos, em delicioso Caldo ou simples salada, cozidos ou estufados, Vindimas, recolha do Milho para o Pão, antecipando já as primícias das Castanhas, na abundância dos Figos, quais dons do Criador, por meio das Criaturas Humanas e da Natureza. É o recomeço das Aulas e da Catequese escolástica, do Ano Pastoral que nos anima em fervor e esperança. Outubro, mês missionário, mês do Rosário. Tantos motivos para reconhecermos e agradecermos o Amor do Senhor. Dia 13 deste Outubro, a Imagem de Nossa Senhora do Rosário de Fátima estará em Roma, para Oração especial com o Papa Francisco. O mais belo e rico Ícone da Graça e Misericórdia de Deus para com a nossa Humanidade, é esta Imagem da branca Senhora, que o Bispo de Roma escolheu em todo o Mundo.  O Pároco a todos saúda com os melhores votos de uma quadra muito profunda, bela e fecunda. Boas Festas do Rosário. Abraço em Cristo, e na exemplar vida dos nossos Pais na Fé Cosme e Damião. O Pároco: P. Alípio Barbosa

 

 

A BELEZA DA LITURGIA – GRANDE MEIO PARA A NOVA EVANGELIZAÇÃO

Com a devida vénia, transcrevemos alguns trechos, muito assertivos e científicos, do Revmo. Senhor Dr. Jorge Barbosa, Organista, Músico e digníssimo sacerdote da Diocese de Viana do Castelo.

MÚSICA NO MATRIMÓNIO: Não? Sim? E que Música?

Escutemos que investigou, e sabe por experiência própria:

“CANTAR É PRÓPRIO DE QUEM AMA…”

A MÚSICA NAS CELEBRAÇÕES DE MATRIMÓNIO

 

“Cantar é próprio de quem ama;

e daquele que está tomado pelo santo fervor

de um santo amor”

(SANTO AGOSTINHO, Sermão 336, 1)

 

Continuação: …

 

3. Doutrina da Igreja sobre a Música nas celebrações de matrimónio:

No que respeita à música das Celebrações do Matrimónio, não é muito significativa a documentação do Magistério da Igreja; os poucos documentos que a ela se referem limitam-se a remeter para a legislação que rege as celebrações em geral, dizendo que se devem respeitar as normas litúrgicas nomeadamente quanto a textos e músicas. Referem sempre a singular importância do Salmo Responsorial, nomeadamente porque se tratou de algo novo na reforma litúrgica, e apelam à estreita relação da música com os textos da liturgia e a participação da Assembleia. Acrescentam que são de evitar “genéricas execuções confiadas unicamente a um solista ou ao coro”.[1] Relativamente ao envolvimento musical do ritual propriamente dito – consentimento, bênção e troca de alianças – as primeiras indicações apontavam para que tal momento fosse seguido “em piedoso silêncio da Assembleia”.

 

Pouco depois do Concílio Vaticano II e, na sequência das primeiras indicações sobre a liturgia e a música, levantou-se uma polémica acerca daquelas músicas que, com o tempo, foram sendo adoptadas nas celebrações nupciais, e de que falámos anteriormente, sobretudo a partir de uma nota publicada na Revista “Notitiae” (Sagrada Congregação para o Culto Divino), n. 62 (1971), p. 110-111; esta nota foi entendida por muitos – eventualmente mais conservadores – como um acto normativo que proibia a execução de tais músicas; esta interpretação estrita foi logo desmentida oficialmente (Osservatore Romano de 17 de Abril de 1971. ed. port.), não se seguindo daí qualquer outra indicação, a não ser a simples repetição das indicações quer da Constituição “Sacrosanctum Concilium”, quer da Instrução “Musicam Sacram” já conhecidas. Essas indicações apontavam no sentido de, paulatinamente, se irem substituindo tais composições, tradicionalmente executadas nos casamentos, e caracterizadas, “pelo uso”, como sacras, por outras mais adequadas à celebração e à “participação activa” dos fiéis. Esta substituição deveria, mesmo assim, ser precedida de uma catequese de preparação para a nova mentalidade litúrgica, catequese que foi sendo feita aos diversos níveis, com relevo para uma intervenção do próprio Papa Paulo VI, em discurso a um grupo de religiosas responsáveis pelo canto litúrgico que participavam num Congresso da Associação Italiana de Santa Cecília. Aí, o Pontífice apontava para o “sensus ecclesiae” que deve animar sempre qualquer selecção de cânticos litúrgicos, com estas palavras: Sensus Ecclesiae quer dizer discernimento no que diz respeito à música na Liturgia: nem tudo é válido, nem tudo é lícito, nem tudo é bom. Aqui, o “sacro” deve conjugar-se com o “belo” numa harmoniosa e devota síntese que permita às capacidades das diferentes assembleias exprimir plenamente a sua fé, para glória de Deus e para a edificação do Corpo místico”.[2] Mais adiante, o Papa especificava alguns princípios sobre a qualidade da música sacra: “Agora será necessário experimentar se as várias composições sacras são verdadeiramente fiéis a estas normas: quanto à música, que não sejam só inspiradas pela moda, tão mutável quanto, por vezes, privada de valor espiritual para além de artístico. Seja portanto a vossa função a de escolher para a liturgia aquelas músicas que, na prática concreta, unam a dignidade da arte e a sensibilidade da oração”. Não deixaria ainda de referir que muitas outras músicas porventura interessantes, do ponto de vista da arte e do conteúdo, poderão ter lugar em encontros de espiritualidade e de convívio, mas não na liturgia que, enquanto “exercício do sacerdócio de Cristo, obra de Cristo sacerdote e do seu Corpo que é a Igreja, acção sacra por excelência” (Sacr. Concilium n. 7), necessita de tudo o que é apropriado a este seu peculiar e sublime carácter”.

 

Ao referir-se à celebração dos Sacramentos, a Instrução Geral do Missal Romano também não acrescenta nada de particular, pelo que nos remeteremos para os “Praenotanda” do Ritual do Matrimónio. Aqui encontramos pequenas indicações, muito genéricas, que concretizam o sentido dos documentos anteriores. Assim, no n. 30, diz-se: “os cânticos a utilizar sejam adequados ao rito do matrimónio e exprimam a fé da Igreja, tendo em conta, de modo especial, a importância do Salmo Responsorial na liturgia da Palavra. E o que se diz da escolha dos cânticos vale também para a escolha das obras musicais”.[3] Mesmo que refira expressamente a questão dos cânticos e das outras obras musicais – corais ou instrumentais, presumimos nós – convenhamos que é muito pouco. Nada se diz sobre estilo e repertório, nada se diz sobre intérpretes, nada se diz sobre os critérios de adequação de tal repertório “ao rito do matrimónio”; por isso, as consequências são as que conhecemos: cada qual interpreta isto à sua maneira e acha que esta ou aquela música de que, pessoalmente, gosta está adequada ao ritual e está o caso resolvido.

Mais adiante, no n. 40 do mesmo Ritual, ao referir as competências e adaptações reservadas às Conferências Episcopais, tendo em conta a especificidade e variedade de costumes que envolvem a celebração do matrimónio, afirma-se que compete às Conferências Episcopais “preparar a tradução dos textos, tendo em conta a índole das várias línguas e o carácter dos diversos povos e culturas, acrescentando, quando parecer oportuno, melodias apropriadas para serem cantadas”. Ora, a única melodia apropriada pare ser cantada que a versão portuguesa do Ritual de Matrimónio apresenta é a da “Bênção Nupcial” que, por sinal, deve ser a única coisa que ninguém canta nos casamentos; além disso, o mesmo Ritual apresenta, numa rubrica, a sugestão de que se pode cantar um hino ou cântico de louvor a seguir à entrega das alianças. Nada mais.

As publicações musicais de referência foram proporcionando, ao longo dos tempos, um repertório para as Celebrações do Matrimónio com alguma qualidade textual e musical, que encontraram um reduzido acolhimento da parte dos coros e muito menos dos profissionais da música. Essas publicações musicais vinham enriquecidas com alguma informação sobre a doutrina da Igreja anteriormente apresentada e uma ou outra intervenção do Magistério local, mesmo que limitando-se a relembrar o já conhecido sem acrescentar nada específico.

 

Nesse contexto se pronunciava o Bispo Auxiliar de Braga, D. Joaquim Gonçalves, ao apontar alguns critérios sobre “o ministério da música na liturgia matrimonial”, referindo particularmente a necessidade de evitar que o desenrolar normal do Rito seja interrompido ou prejudicado por cânticos ou músicas demasiado longos, referindo-se concretamente às clássicas Ave-Marias no momento do consentimento e da entrega das alianças. Quer dizer, será de manter esse momento em silêncio musical, de modo a permitir escutar as intervenções do Celebrante e Nubentes, deixando para o fim deste rito a música, tal como refere o Ritual já anteriormente citado. O mesmo se diga do hábito, ainda existente em algumas partes, de abafar a recitação da Anáfora com música de fundo, prática a evitar, segundo as normas gerais da celebração da Eucaristia que, também nos casamentos, se devem observar.

 

Ao contrário do repertório das publicações conhecidas e aprovadas, sempre limitadas pela exiguidade de poetas, e nem sempre ajudadas pela inspiração dos compositores, o repertório musical que foi surgindo por aí, deixou-se enredar nas tendências de um certo sentimentalismo, rondando mesmo a pieguice, particularmente quando se queria agradar às noivas. Não têm sido os textos litúrgicos a definir o repertório musical, mas os gostos pessoais informados por filmes, modas, ou mesmo pela vontade de ter um casamento igual ao da noiva concorrente. A temática de tais cânticos envolve normalmente o amor, a paz, a fraternidade, a beleza, etc. mas numa perspectiva puramente natural, social, e por vezes superficial, piegas, ou até fútil. Não se canta o Matrimónio como aliança, como compromisso, como desafio e sobretudo na sua configuração ao amor de Deus, na sua relação com a criação, com a fecundidade, apontando ao casal a sua missão de colaborador na obra de Deus. Quer dizer: o repertório cantado em muitos casamentos aponta preferentemente para uma temática matrimonial do politicamente correcto, do agradável, do bonito, do simpático, numa linguagem que ultrapassa o mero repertório musical para informar também as admonições, a escolha das leituras e a própria homilia.

Quantas vezes não são os próprios sacerdotes a deixar-se envolver pela superficialidade do ambiente e a procurar não destoar, não levantar ondas, acabando por consagrar ou, pelo menos, abençoar essa mesma superficialidade com que se encaram os matrimónios!... Ora a música não é um caso à parte de tudo o resto; deve acompanhar o matrimónio desde a preparação e envolvimento dos nubentes e demais agentes da celebração até à vivência da mesma a todos os níveis com particular relevo para a participação sacramental de todos. Quase me atreveria a dizer que, se for preparada convenientemente a celebração, a questão musical ficará, em grande parte, resolvida.

 

 (Continua no próximo número)

 



[1] “A música sacra na liturgia nupcial” in Nova Revista de Música Sacra, I, 8, p. 1-2.

 

[2] PAULO VI, Discurso às Religiosas dedicadas ao canto litúrgico, em 15 de Abril de 1971.

[3] Ritual do Matrimónio, “Praenotanda”, n. 30.

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