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39-Informação Paroquial de 29 Setembro a 06 de Outubro 2013 Imprimir EMail

INFORMAÇÃO  PAROQUIAL  DE  29 DE SETEMBRO A 06 de OUTUBRO DE 2013

01.  Escola Paroquial de Musica - Encontram-se abertas as incrições para Escola Paroquial de Musica, as Incrições deverão ser efetuadas no cartório ou na sacristia da Igreja Matriz.Vamos Incentivar os nossos mais pequenos para a Música, inscreva o seu filho ou neto na Música um dia mais tarde ele irá agradecer-lhe.

02.  Caridade - A Conferência Vicentina da nossa Paróquia, convida os Paroquianos a continuarem a partilha com os mais Carenciados da nossa Paróquia. Podem entregar géneros alimentícios, não degradávies, na Matriz. Tipo arroz, açúcar, massa, enlatados e o mais que o coração ditar.

03.  Abertura Diocesana do Ano Catequético: Dia 28 de Setembro, na Nave de Espinho, a partir das 13h

04.  Jornadas Diocesanas da Familia – Em Vilar, Dia 05 de Outubro, a partir das 09h.

05.  Confissões para a Primeira Sexta-feira - dia 2 de Outubro na Matriz, às 15:00h.

06.  FESTAS DO ROSÁRIO - PROCISSÃO DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO. A Exemplo de Anos anteriores a Confraria S. Cosme e Damião informa que poderão passar no estabelecimento da Funerária S. Cosme de Gondomar,de João Saramago,no Souto.Todas as crianças podem e devem integrar a Procissão do Rosário, de preferência vestidas de Anjinho. Assim acompanham os Andores. Sendo o seu custo da responsabilidade da Confraria. Inscrevam-se já.

07.  Horário Missas Nas Festas do Rosário.

a.      Sábado, Dia 05: 19.00h – A Missa das 16:30h não há.

b.      Domingo, Dia 06

- 07:30h e 09:30h, Na Capela da Ressurreição.

- 11:00 na Igreja – Missa Solene presidida sr. Bispo, D. Joaquim Gonçalves, Bispo Emérito de Vila Real.

- 19:00h na Matriz.

c.       Segunda, Dia 07   - 10h , Missa Solene em Honra dos nossos Padroeiros, presidida pelo Administrador Apostólico da nossa Diocese do Porto, Sr. D. Pio Gonçalo Alves.

d.      16h – Procissão solene, como é habitual. Nas Ruas por onde passa, colchas nas varandas e Janelas, são belo sinal de alegria pascal e de Festa.

08.  EXPOSIÇÃO DO SSMO. NA MATRIZ, PRÓXIMA QUINTA, DIA 03 – SÓ DAS 17.00H – ÀS 22,30H.

09.  Tenda da Amizade – Acolhe os romeiros, forasteiros e paroquianos, nos Dias do Rosário. Dias: 05, 06 e 07 de Outubro; também no Rosário Pequenino: Dias 12 e 13 de Outubro. De manhã e de tarde.

10.  Missas no Monte Crasto - Dia 6 de Outubro-08:30h e 11:00h.

11.  Marcação de Casamentos para 2014 –Já podem fazer a marcação de todos os Casamentos. Agradecemos muito, que façam também a Marcação das bodas de Prata e Ouro para 2014, a partir desta data. Com antecedência para poderem fazer uma bela preparação pastoral.

12.  Quem pensa Batizar Filhos, ou ser Padrinho/Madrinha, precisa aparecer sempre com muita antecedência: no mínimo 3 meses. A Bênção das Mães grávidas é momento feliz para esta preparação. A Bênção após o Parto, para Mãe e Filho, é também um momento necessário na preparação do Sacramento do Batismo.

13.  DIREITOS PAROQUIAIS – Estamos no S. Miguel. Ocasião para todas as Famílias cristãs participarem na missão da Igreja, pagando os Direitos Paroquiais. É uma obrigação anual de todas as Famílias. Em Portugal, está indicado a partilha em todas as Eucaristias, nas Campanhas e sempre que solicitados. Além disso os Direitos Paroquiais, para quem puder: um Dia de Rendimento da Família para a Comunidade. Quem não puder, ou precisar de apoio, estará totalmente à vontade propondo a situação.

14.  DIA DO IDOSO – No Hospital Fernando Pessoa: Dia 1 de Outubro. Nesse dia, uma equipa de profissionais de saúde atenderão os Idosos que lá forem. Aí terão oportunidade de passar por uma breve consulta de observação e aconselhamento, bem como participar numa demonstração de exercício físico adaptado a um envelhecimento ativo saudável. A todos os participantes convidados será oferecido um Cartão Saúde D'Ouro (que permite economizar até 30% nos serviços prestados no Hospital) e diversos brindes surpresa. As atividades irão realizar-se nos períodos das:

a.       9 às 11 ou das 11 às 13; ou das

b.      14 às 16 ou das

c.       16 às 18h00.

Podem contactar: E-mail: . Contacto sobre o assunto: Dr. Bruno  Soares - Hospital-Escola | Avenida Fernando Pessoa, 4420-096 Gondomar - Telef. 222 455 403 | Telemóvel: 932 652 634 | Fax 22 455 499.

 

Solicitamos o favor de informarem a todos os participantes que tragam consigo a medicação que fazem diariamente (em caixas ou em listagem), roupa e calçado confortáveis.

 

 

ACONTECE PROXIMAMENTE – REGISTE JÁ E RESERVE DISPONIBILIDADE

v  Direção da Escola Paroquial de Música – Reúne dia 09, às 21,30h.

v  Movimento Mensagem de Fátima -Reúnem dia 9 de Outubro, 09:30h

v  GEOP-(Grupo Executivo Obras Paroquiais)- Reúnem dia 9 de Outubro, 21:30h

v  Exposição do Santíssimo todas as Quintas –feiras- dia 10 Outubro com a Confraria do Rosário

v  Movimento dos Cursilhos de Cristandade – Ultreia de Abertura, em Vilar, Dia 10 – 21,30h.

v  Missas no Monte Crasto no dia 13 de Outubro - Em Honra de Santa Bárbara-09:00h e 11:00h

v  Rosário na Matriz -neste mesmo dia às 18.00h – (Orienta: Movimento Mensagem de Fátima).

v  Missa no Monte Crasto, dos Dias 13 – Ação de Graças a Nossa Senhora, é no dia 14 às 08:30h.

v  CAE(Conselho para Assuntos Económicos) – Reúnem dia 14 de Outubro 21:30h

v  Leitores da Matriz - Reúnem dia 14 – 21:30h

v  SPEC(Secretariado Paroquial Educação Cristã)-Reunião dia 15 de Outubro, 21:30h em Aguiar.

v  CPCM(Conselho de Pais da Catequese da Matriz) – Reúne dia 16 de Outubro, às 21,30h.

v  Início da Catequese do 11.º para o Crisma: Dia 18-10, em S. José, com Pais, Filhos e Catequisas.

v  SEMANA DAS MISSÕES – Em toda a Igreja, Oração, informação e partilha com as Missões.

v  Dia Mundial da Missões dia 20 de Outubro. Ofertório das Missas é para as Missões.

 

 

Ano 2017 Centenário da Senhora do Rosário de Fátima. Tema do Ano 2013: «Não tenhais medo»

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DOMINGO XX VI – Tempo Comum C 
EVANGELHO Lc 16, 19-31 - Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas

Naquele tempo, disse Jesus aos fariseus: «Havia um homem rico, que se vestia de púrpura e linho fino e se banqueteava esplendidamente todos os dias. Um pobre, chamado Lázaro, jazia junto do seu portão, coberto de chagas. Bem desejava saciar-se do que caía da mesa do rico, mas até os cães vinham lamber-lhe as chagas. Ora sucedeu que o pobre morreu e foi colocado pelos Anjos ao lado de Abraão. Morreu também o rico e foi sepultado. Na mansão dos mortos, estando em tormentos, levantou os olhos e viu Abraão com Lázaro a seu lado. Então ergueu a voz e disse: ‘Pai Abraão, tem compaixão de mim. Envia Lázaro, para que molhe em água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nestas chamas’. Abraão respondeu-lhe: ‘Filho, lembra-te que recebeste os teus bens em vida e Lázaro apenas os males. Por isso, agora ele encontra-se aqui consolado, enquanto tu és atormentado. Além disso, há entre nós e vós um grande abismo, de modo que se alguém quisesse passar daqui para junto de vós, ou daí para junto de nós, não poderia fazê-lo’. O rico insistiu: ‘Então peço-te, ó pai, que mandes Lázaro à minha casa paterna – pois tenho cinco irmãos – para que os previna, a fim de que não venham também para este lugar de tormento’. Disse-lhe Abraão: ‘Eles têm Moisés e os Profetas: que os oiçam’. Mas ele insistiu: ‘Não, pai Abraão. Se algum dos mortos for ter com eles, arrepender-se-ão’. Abraão respondeu-lhe: ‘Se não dão ouvidos a Moisés nem aos Profetas, também não se deixarão convencer, se alguém ressuscitar dos mortos’».Palavra da salvação.

Página de apoio litúrgico: Dehonianos, Sacerdotes do Coração de Jesus E Secretariado Nacional de Liturgia

 

A nossa Comunidade Paroquial, em sintonia com a santa Mãe Igreja celebra os nossos Pais na Fé e a nossa Mãe e Senhora, do Rosário, de Fátima, de todos nós. Foram as Têmporas de S. Mateus. Em contexto de Eleições Autárquicas, no habitual S. Miguel das colheitas e dons da Terra: Vinho Novo e doce, as Nozes, os Nabos, em delicioso Caldo ou simples salada, cozidos ou estufados, Vindimas, recolha do Milho para o Pão, antecipando já as primícias das Castanhas, na abundância dos Figos, quais dons do Criador, por meio das Criaturas Humanas e da Natureza. É o recomeço das Aulas e da Catequese escolástica, do Ano Pastoral que nos anima em fervor e esperança. Outubro, mês missionário, mês do Rosário. Tantos motivos para reconhecermos e agradecermos o Amor do Senhor. Dia 13 deste Outubro, a Imagem de Nossa Senhor do Rosário de Fátima estará em Roma, para Oração especial com o Papa Francisco. O mais belo e rico Ícone da Graça e Misericórdia de Deus para com a nossa Humanidade, é esta Imagem da branca Senhora, que o Bispo de Roma escolheu em todo o Mundo.  Vivamos felizes, agradecidos, com fé e esperança, na caridade e cultura da fraternidade, estes dias de alegria e acolhimento. O Pároco a todos saúda com os melhores votos de uma quadra muito profunda, bela e fecunda. Abraço em Cristo, e na exemplar vida dos nossos Pais na Fé Cosme e Damião. O Pároco: P. Alípio Barbosa

 

A BELEZA DA LITURGIA – GRANDE MEIO PARA A NOVA EVANGELIZAÇÃO

Com a devida vénia, transcrevemos alguns trechos, muito assertivos e científicos, do Revmo. Senhor Dr. Jorge Barbosa, Organista, Músico e digníssimo sacerdote da Diocese de Viana do Castelo.

MÚSICA NO MATRIMÓNIO: Não? Sim? E que Música?

Escutemos que investigou, e sabe por experiência própria:

“CANTAR É PRÓPRIO DE QUEM AMA…”

A MÚSICA NAS CELEBRAÇÕES DE MATRIMÓNIO

 

“Cantar é próprio de quem ama;

e daquele que está tomado pelo santo fervor

de um santo amor”

(SANTO AGOSTINHO, Sermão 336, 1)

 

Continuação: …

2.2 – Sacralidade ou profanidade na linguagem musical

Em que critérios nos poderemos apoiar, então, para avaliarmos do carácter sacro ou profano de uma música? Rigorosamente, a sacralidade ou a liturgicidade da música dependem de diversos factores, pelo que aqui nos limitaremos a apresentar alguns dados que revelam a precariedade da mera argumentação de carácter técnico; a questão da sacralidade da música tem mais a ver com conotações de ordem sociológica que de ordem técnica ou espiritual. A História da Música oferece-nos alguns dados que poderão mesmo parecer desconcertantes para a nossa mentalidade actual. De facto, não são apenas as músicas de fora do cristianismo que revelam características que hoje consideramos profanas, como a dança ou a predominância do elemento rítmico; alguma música de Igreja, em certos e determinados momentos, englobou esses mesmos elementos durante muitos séculos, mesmo que a dança nunca tenha verdadeiramente feito parte da liturgia católica. Tudo depende, em grande parte, do conceito de oração, de culto, de rito e das suas formas de expressão ao longo dos tempos e, portanto, também dos de hoje.[1]

 

É que em tempos mais recuados, a música sacra não se destinava a "fazer o cristão recolher-se sobre si mesmo, mas precisamente o contrário, arrancá-lo de si mesmo".[2]  Foi por isso que, às vozes radicalmente discordantes de alguns Padres como Santo Atanásio ou S. João Crisóstomo se contrapunham as dúvidas de um Santo Agostinho e uma prática musical mais ou menos hesitante. O próprio órgão era, na sua origem, um instrumento profano e mesmo condenado pela Igreja; algumas danças rituais integravam alguns momentos da liturgia tradicional em muitos mosteiros como Saint Marcial de Limoges; encontramos, ainda hoje, vestígios dessa prática nas celebrações do "Corpus Christi" em Sevilha ou noutras manifestações populares que, mais tarde, passaram para o exterior do templo como a Dança do Rei David ou o caminhar pausado e ritmado nas procissões, característico de algumas regiões da Europa. A história do Jongleur de Notre Dame é a representação lírica dessa mesma prática: o corcunda, como não sabe rezar, manifesta a sua devoção a Maria fazendo piruetas, atitude que é logo acarinhada pela própria Mãe de Deus. Portanto, considerar a música sacra como "algo que convida ao recolhimento" é próprio de tempos recentes, do século XIX, mais concretamente... A prática cristã orientada para a interioridade e a contemplação rondará o século XVII, bastando para tal olhar as representações dos Santos e a Virgem Maria: anteriormente ao século XVII, refere J. Chailley, "o êxtase projecta-os para a frente, de mãos abertas, o corpo distendido e com os olhos fixos no alto num ponto preciso da sua visão e não perdidos no vazio de uma imagem interior. Poderemos mesmo assegurar que, pelo menos durante o primeiro milénio, a música da igreja cristã é uma música activa".[3]

 

A universalidade da Igreja e da sua liturgia, tão desejada nos nossos tempos, particularmente a partir do Motu Próprio de S. Pio X, pretende fazer com que as acções ou gestos signifiquem o mesmo em toda a parte, nomeadamente aqueles que nascem do próprio ambiente em que a Igreja e o Evangelho vão florescendo. Isto deriva fundamentalmente de uma diversidade cada vez maior de manifestações culturais que acabam por enevoar o verdadeiro sentido quer da doutrina quer dos gestos que definem a liturgia da Igreja católica. Nos tempos em que a sociedade era oficialmente cristã, em que a doutrina da Igreja e a vivência do Evangelho informavam naturalmente todas as manifestações da vida, não havia o problema da confusão entre o sacro e o profano; a linguagem musical era a mesma para todos os casos, os compositores eram os mesmos, o estilo era muito próximo: na prática, poderemos dizer que toda a música (como quase tudo na vida) era sagrada.

 

Nos tempos antigos, pelo menos até ao renascimento, era quase só o texto que distinguia um Motete (sacro) de um Madrigal (profano); a partir do séc. XVII, a música passou a assumir qualidades tais que podia, inclusivamente, prescindir do texto sem perder, em si mesma, a seriedade própria do ambiente sacro ou a exterioridade própria do profano: era o início da música instrumental propriamente dita, a música absoluta, quando ganhou particular relevo a música sacra para órgão. Mais tarde, é a predominância do elemento rítmico, ou o carácter dançante, que vai estabelecer a distinção entre música sacra e profana: a Sonata de câmara seguia os andamentos de uma "suite de danças" ao passo que a Sonata de Igreja era constituída por uma série contrastante de andamentos.

Foi o desenrolar da própria história e o sentir do próprio homem a definir, melhor ou pior, as fronteiras entre o sacro e do profano ou, pelo menos, a exigir uma distinção que antes não se julgaria essencial. Esta distinção entre a música sacra e a música profana, aprofundada com o incremento de uma linguagem musical e orientação estética em que os elementos religiosos eram recusados, particularmente na segunda metade do séc. XIX, viria a condicionar a própria doutrina da Igreja sobre a música sacra, no momento em que se sentiu ameaçada pela popularidade da ópera, cuja temática ultra-romântica se afastara consideravelmente de um sério ambiente religioso. É este o contexto em que se desenvolve a intervenção mais recente do Magistério da Igreja, a respeito da música sacra e, particularmente, a respeito da música nas celebrações matrimoniais que veremos de seguida.

 

 (Continua no próximo número)

 



[1] Tivemos já oportunidade de abordar a questão do critério estético como referência para a música litúrgica numa conferência dos Encontros Diocesanos de Pastoral Litúrgica sobre “O Canto litúrgico, expressão sublime do Diálogo com Deus e com os homens”.

 

[2] Cfr. JACQUES CHAILLEY, 40 000 ans de Musique, Ed. Aujourd' hui, 1976, p. 83. Ver os capítulos 9 e 10 desta obra que se referem mais directamente ao assunto.

 

[3] JACQUES CHAILLEY, idem. p. 90.

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