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38-Informação Paroquial de 22 a 29 de setembro 2013 Imprimir EMail

INFORMAÇÃO  PAROQUIAL  DE 22 A 29 DE SETEMBRO DE 2013

01.  Coro Vida Nova, que anima a Eucaristia dominical das 09,30h, na Matriz, celebra neste Domingo, dia 22 de Setembro, 21 Anos de Vida, Nova e renovadora, neste serviço tão belo à Comunidade. Momento de gratidão e memória de todos os que têm dado o seu melhor para a Paróquia através deste Órgão. Desde o Maestro Celestino Silva, Professor Koch, Lurdes Santos e tantos outros.

02.  BÊNÇÃO DA MÃE E FILHO, APÓS O PARTO – Neste Domingo, 11h, na Missa das 11h, Igreja Matriz.

03.  Grupo da Pastoral Paroquial da Saúde – Reúne Dia 23 de Setembro, 21,30h, na Matriz.

04.  Direção da Escola Paroquial de Música – Reúne dia 23, às 21,30h

05.  CAE (Conselho Assuntos Económicos)-Reunião dia 24 Setembro 21.30h.

06.  Concerto dos Padroeiros – Com o Grupo Coral Kyrios no Auditório Municipal de Gondomar Dia 24 de Setembro às 21:30h.Convidam-se todas as Famílias, com seus Filhos e Netos.

07.  Adoração do Santissimo –Dia 26 de Setembro,vai estar Exposto das 9:00h às 17:00h.

08.  Dia dos Padroeiros S. Cosme e S. Damião –Dia 26 de Setembro às 21.30h Missa presidida pelo Revº Pe.Bernardino Costa,Dom Abade da Abadia deS.Bento  Singeverga.Neste dia não há Missa às 08:30h.

09.  Catequese de Adultos – Retoma dia 26, às 21,30h, na Missa de São Cosme e São Damião.    

10.  Catequese - Reunião de pais do 2º ano de Catequese- Dia 27 de Setembro às 21.30h

11.  Conselho de Agrupamento de Escuteiros 278 de Gondomar – Reúne Dia 28/09, 21,30h.

12.  Convívio na Tenda da Amizade – Dia 28 de Setembro, com a Zona da Matriz e Ramalde. Ocasião para encontro de Famílias e Jovens, em ambiente de Rosário.

13.  Caridade - A Conferência Vicentina da nossa Paróquia, convida os Paroquianos a continuarem a partilha com os mais Carenciados da nossa Paróquia. Podem entregar géros alimentícios, não degradávies, na Matriz. Tipo arroz, açúcar, massa, enlatados e o mais que o coração ditar.

14.  ABERTURA DIOCESANA DO ANO CATEQUÉTICO, com TODOS OS CATEQUISTAS DA NOSSA IGREJA: Dia 28 de Setembro, na Nave de Espinho. Informam-se todos os Catequistas, que é imprescindível a participação neste I Encontro Diocesano de todos os Catequistas.

15.  Missa em Honra de S. Miguel- Dia 29 de Setembro,às 11h Missa solene, presidida pelo nosso Pároco Padre Alípio Barbosa.

16.  FESTAS N.Sª. SRª. DO ROSÁRIO–Continua Peditório por toda a Paróquia.Os irmãos da Confraria do Rosário,continuam a visitar todas as Famílias. Levam o Programa das Festas, convidam toda a Família a participar,na Festa Nsª Senhora do Rosário,S.Cosme e S. Damião.

17.  PROCISSÃO DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO.A Exemplo de Anos anteriores a Confraria S. Cosme e Damião Nossa Senhora do Rosário informa que já poderão passar no estabelecimento da Funerária S. Cosme de Gondomar,de João Saramago,no Souto.Todas as crianças podem e devem integrar a Procissão do Rosário, de preferência vestidas de Anjinho. Assim acompanham os Andores. Sendo o seu custo da responsabilidade da Confraria. Inscrevam-se já.

18.  CRISMA PARA ADULTOS, com mais de 21 Anos. Quem não está crismado, não tem a Iniciação Cristã. Precisa urgentemente celebrar o Sacramento da Confirmação. Devem inscrever-se rapidamente, para iniciar muito em breve. O Prazo de Inscrição termina a 29 de Setembro 2013.

19.  A Câmara Municipal de Gondomar, atribuiu um Subsídio para as Obras da Capela da Ressurreição: 37.500,00€(Trinta e sete Mil e Quinhentos Euros). Num gesto maravilhoso de cooperação com a qualidade de vida e conforto dos cidadãos de Gondomar; no reconhecimento do serviço público que a Capela da Ressurreição presta, em momentos tão difíceis às famílias. O senhor Presidente da Câmara, Major Valentim Loureiro, sempre apoiou o verdadeiro progresso, humano e sustentável. Estamos muito gratos por mais esta cooperação com as Paróquias. Rezamos sempre por todos os governantes: o Senhor lhes conceda, saúde, todos os Bens. Um especial Bem-haja ao Dr. Fernando Paulo que foi o grande promotor e interlocutor em todo este processo. Acolheu o nosso pedido, manifestando sempre profundo interesse, visitando a Obra pronta e simplificando os acessos. Aqui fica o público e institucional reconhecimento. O obrigado de todos os Paroquianos de Gondomar/S. Cosme, por tudo o que têm feito.

20.  Horário Missas Nas Festas do Rosário.

a.    Sábado, Dia 05: 19.00h – Não há Missa 16:30h

b.    Domingo, Dia 06

- 07:30h e 09:30h, Na Capela da Ressurreição.

- 11:00 na Igreja – Missa Solene presidida sr. Bispo, D. Joaquim Gonçalves.

                                - 19:00h

c.    Segunda, Dia 07   - 10h , Missa Solene em Honra dos nossos Padroeiros.

16h – Procissão solene, como é habitual

21.  Marcação de Casamentos para 2014 –Já podem fazer a marcação de todos os Casamentos. Agradecemos muito, que façam também a Marcação das bodas de Prata e Ouro para 2014, a partir desta data. Com antecedência para poderem fazer uma bela preparação pastoral.

22.  Quem pensa Batizar Filhos, ou ser Padrinho/Madrinha, precisa aparecer sempre com muita antecedência: no mínimo 3 meses. A Bênção das Mães grávidas é momento feliz para esta preparação. A Bênção após o Parto, para Mãe e Filho, é também um momento necessário na preparação do Sacraemnto do Batismo.

23.  DIREITOS PAROQUIAIS - Todas as Famílias cristãs, tê o direito e o dever de participar na missão da Igreja: na Caridade, na promoção da Justiça Social e Dignidade Humana, no Apostolado e na partilha de Bens: espirituais e materiais, do Ser e do Ter. É uma obrigação anual de todas as Famílias. Em Portugal, está indicado a partilha em todas as Eucaristias, nas Campanhas e sempre um Dia de Rendimento da Família para a Comunidade. Quem não puder, ou precisar de apoio, estará totalmente à vontade propondo a situação

 

ACONTECE PROXIMAMENTE – REGISTE JÁ E RESERVE DISPONIBILIDADE

 

v  ABERTURA DIOCESANA DO ANO CATEQUÉTICO, com TODOS OS CATEQUISTAS DA NOSSA IGREJA: Dia 28 de Setembro, na Nave de Espinho. Informam-se todos os Catequistas, que é imprescindível a participação neste I Encontro Diocesano de todos os Catequistas. Inscrevam-se, rapidamente, nos vossos Centros.

 

O Pároco de Gondomar/S. Cosme, saúdo a todos os Navegantes deste Sítio, particularmente aos prezados Paroquianos ou fregueses(=filos da Igreja). Deseja uma quadra muito feliz e festiva, com a intercessão de São Cosme e Damião e Nossa Senhora do Rosário.

Às Famílias de luto, com Doentes e Idosos acamados, ou noutras situações, que S. Cosme e S. Damião que celebramos neste mês de Setembro, interceda por todos. Palavra de saudação e especial voto de tempo fecundo, a todos os que vão retomar a Catequese: os Pais, os Catequistas, os Conselhos de Pais e todos vós Catequisandos. Aos Jovens, que concluíram a sua formatura, aos que entraram na Faculdade, felicidades. Aos que casaram, ou fazem aos de Matrimónio nestes dias, a quantos lutam e se dão por um mundo melhor… Paz e Bênção. A todos os Servidores da nossa Comunidade, das Confrarias, à Liturgia, Catequese, Caridade e Obras da Paróquia, cumprimentos fraternos e o desejo dum profícuo mês de Setembro.

Vosso Pároco: P. Alípio Barbosa

 

 

Ano 2017 Centenário da Senhora do Rosário de Fátima. Tema do Ano 2013: «Não tenhais medo»

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DOMINGO XX V– Tempo Comum C 

EVANGELHO – Forma breve Lc 16, 10-13
«Não podeis servir a Deus e ao dinheiro»

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Quem é fiel nas coisas pequenas também é fiel nas grandes; e quem é injusto nas coisas pequenas também é injusto nas grandes. Se não fostes fiéis no que se refere ao vil dinheiro, quem vos confiará o verdadeiro bem? E se não fostes fiéis no bem alheio, quem vos entregará o que é vosso? Nenhum servo pode servir a dois senhores, porque, ou não gosta de um deles e estima o outro, ou se dedica a um e despreza o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro».
Palavra da salvação.

Página de apoio litúrgico: Dehonianos, Sacerdotes do Coração de Jesus E Secretariado Nacional de Liturgia

A BELEZA DA LITURGIA – GRANDE MEIO PARA A NOVA EVANGELIZAÇÃO

Com a devida vénia, transcrevemos alguns trechos, muito assertivos e científicos, do Revmo. Senhor Dr. Jorge Barbosa, Organista, Músico e digníssimo sacerdote da Diocese de Viana do Castelo.

MÚSICA NO MATRIMÓNIO: Não? Sim? E que Música?

Escutemos que investigou, e sabe por experiência própria:

“CANTAR É PRÓPRIO DE QUEM AMA…”

A MÚSICA NAS CELEBRAÇÕES DE MATRIMÓNIO

 

“Cantar é próprio de quem ama;

e daquele que está tomado pelo santo fervor

de um santo amor”

(SANTO AGOSTINHO, Sermão 336, 1)

 

Continuação: …

2.1 – Obras musicais utilizadas nos casamentos

 

Poucos teriam a coragem de contestar nos dias de hoje a execução das Marchas Nupciais de Mendelssohn e Wagner, no início ou no final dos casamentos; elas parecem já fazer parte do ritual, tal como as alianças, as flores ou o vestido da noiva… No entanto, quer uma quer outra destas obras musicais, no seu contexto original, estão bem longe de representar a marcha da noiva para o altar e muito menos o lado festivo de quem assume um compromisso diante de Deus e da comunidade.[1] A marcha nupcial de Mendelssohn é um número da música de cena intitulada Sonho de uma noite a meio do Verão ou seja, uma obra cujo conteúdo e significado se poderia aproximar das práticas sanjoaninas das fogueiras ou orvalhadas; o autor do texto, William Shakespeare, retrata nessa obra um mundo fantástico de fadas e duendes entrelaçado na experiência onírica de quatro amantes que se perseguem no interior de um bosque; entre a realidade e a fantasia, vivem-se sensações de satisfação de desejos obscuros que desembocam no encontro dos pares – “amanhã, pela meia-noite, executaremos solenemente a dança triunfal” – diz um deles, e segue a Marcha Nupcial. Como se pode ver, não se trata propriamente de um ambiente sacro. Algo de semelhante se passa com a Marcha Nupcial de Richard Wagner. Faz parte da ópera Lohengrin e acompanha o momento em que um par de noivos se desloca para o leito nupcial, rodeado por coros de jovens e donzelas que entoam um cântico sereno cujo texto diz: “Fielmente conduzidos, aproximai-vos do lugar onde a bênção do amor sempre estará convosco! O valor triunfante, recompensa do amor, une-vos na fidelidade como o mais feliz dos pares! Avança, campeão da juventude! Deixai o esplendor do banquete nupcial e entregai-vos aos prazeres do coração!...”

Em contexto parecido, poderemos colocar a Ave-Maria de Schubert. Não se trata efectivamente de uma  “Ave Maria”, mas de um Lied intitulado “Ellen’s Gesang” III, (canção de Helena), sobre texto de Sir Walter Scott, onde se conta a história de uma jovem em fuga que se refugia numa gruta e, na perspectiva de ter que passar ali a noite, reza para que Maria a proteja: “Ave, Maria! Virgem humilde, escuta as súplicas de uma jovem como tu! Deste penhasco agreste e selvagem chegue a ti a minha oração; dormiríamos seguros até ao amanhecer se o homem não fosse tão cruel... Acolhe, ó Virgem, as preocupações desta jovem; acolhe, ó Mãe, a oração de tua filha: Ave, Maria!”. Por sua vez, a conhecida Ave-Maria de Gounod não é mais que uma adaptação – bem feliz, por sinal – do texto latino da antífona mariana a uma melodia escrita para violino pelo compositor francês Charles Gounod, sobre a harmonia do I Prelúdio do Cravo Bem Temperado de Johann Sebastian Bach. Não se trata, portanto, de música originalmente sacra, se bem que a sua origem profana seja bem disfarçada por um estilo elegante, e quase diríamos suplicante que se coaduna perfeitamente com o texto.

A estas obras acrescentaríamos agora um caso mais curioso: o Largo de Haendel; esta obra insere-nos novamente na temática amorosa anteriormente abordada. Trata-se de uma ária da ópera Xerxes de Georg Friedrich Haendel, em que o protagonista canta a sua gratidão para com um plátano a cuja sombra viveu a melhor experiência amorosa da sua vida; depois de desejar que (Recitativo) nem os trovões nem os relâmpagos ou temporais possam alguma vez perturbar aquelas ramagens frondosas, acrescenta a razão (Ária): “Jamais houve sombra de árvore que fosse mais querida, aprazível e suave!...” A este trecho de “profunda religiosidade” ajunta-se frequentemente o “Coro dos Escravos Hebreus” da ópera Nabucco de Giuseppe Verdi. Este coro evoca uma passagem bíblica em que o povo hebreu, exilado, eleva o seu pensamento para a terra perdida, para a Jerusalém destruída, enquanto contempla, desolado, as harpas que pendem, mudas, nos salgueiros das margens dos rios de Babilónia. Trata-se de um trecho dramático, quase trágico, imensamente distante do ar heróico com que é mal traduzido, cantado e tocado por coros amadores por toda a parte. E não poderíamos acrescentar a “Ave-Maria”, oração de Desdémona, da ópera Otello de Verdi? E a ária da Suite em Ré maior de Bach? E o Agnus Dei de George Bizet, adaptação do texto litúrgico a um solo de violoncelo num dos movimentos da sua Suite “Arlesienne”? E uma “Ave-Maria” que é uma adaptação do “Intermezzo” instrumental da ópera Cavalleria Rusticana de Pietro Mascagni? E podemos ainda referir outras peças próximas do repertório litúrgico, mas a léguas do contexto da celebração matrimonial em que são inseridos: Panis Angélicus de César Franck, Coral “Jesus bleibet meine Freude” de Bach, etc., etc.

Como vemos, a execução destas obras em celebrações matrimoniais obedece à conjugação de um conjunto de fenómenos de carácter musical, e até histórico, que pouco ou nada têm a ver com o sentido das cerimónias em si mesmas, com o ritual do matrimónio, nem sequer com o sentido original das obras e o contexto em que e para o qual foram compostas. Executam-se porque são bonitas, porque as pessoas gostam, porque já fazem parte do ritual e das convenções sociais que envolvem os casamentos, porque as possibilidades oferecidas pelas gravações discográficas acabam por facilitar às organizações de eventos um repertório que era, até há bem pouco tempo, exclusivo de alguns poucos profissionais ou de outros, eventualmente, menos habilitados e mais descarados também que as foram matraqueando em órgãos e harmónios.

 (Continua no próximo número)

 



[1] Uma perspectiva de defesa deste “liturgicamente consumado” repertório é feita com certa perspicácia por Gian Nicola Vessia numa edição discográfica de algumas destas músicas, nos seguintes termos: “A questão da música nos ritos nupciais é uma história de contrastes. A Igreja, por meio dos seus canais institucionais, exprimiu durante todo o século passado e insiste ainda hoje na sua oposição a melodias retiradas do ambiente profano, por vezes destinadas à ópera, por vezes músicas de salão e músicas compostas unicamente para deleite do ouvinte e não certamente para acompanhar o cortejo que se dirige ao altar com o noivo já à espera e a noiva avançando em passo cadenciado ao som de uma marcha de sabor processional. Mas o certo é que as melodias e as páginas contestadas pela igreja parecem cada vez mais difíceis de extirpar da liturgia do matrimónio e, em vez disso, parecem ver o seu lugar ali reforçado pela importância mediática: não há filme, não há telenovela em que a noiva não entre na igreja vestida de branco fazendo soar os acordes da Marcha Nupcial. Já se estabeleceu uma unidade inquebrável entre estas músicas e o rito nupcial: não importa que a Ave Maria de Schubert não passe, no seu original, de um texto lamentoso e dolorosamente sentimental. Tornou-se meditação, sinónimo de “elevação”, apta a comover de tal forma que, na sua ausência, quase pareça que falta alguma coisa ao rito.

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