J.A.T. template series was designed 2006 by 4bp.de: www.4bp.de, www.oltrogge.ws
12-Informação Paroquial de 24 a 31 Março 2013 Imprimir EMail

 INFORMAÇÃO PAROQUIAL DE 24 A 31 DE MARÇO 2013

01  Bênção de Ramos – Dia 23, às 15:45h antes da Missa das 16:30h e dia 24, às 10:45h, antes da Missa das 11:00h no Átrio do Centro paroquial.

02    Entrega da Renúncia quaresmal ou Contributo Penitencial – Neste fim de semana dos Ramos entregamos ao altar do Senhor, o fruto da nossa caminhada quaresmal. Em toda a Diocese do Porto este Contributo Penitencial destina-se “ao Fundo Social Diocesano, que a aplicará a várias necessidades, sobretudo no campo da salvaguarda e promoção da vida em todas as suas fases, da conceção à velhice.”

03  Homenagem ao Beato João Paulo II, Musical da Fé - a luz, a beleza e a alegria de ser discípulo do Senhor - Dia 24, às 16:00h, no Coliseu do Porto. Autoria: Pe. Francisco de Jesus; Organização: Jovens.

04  Oração do Rosário com as Famílias – Dia 25, às 21:30h, na Igreja Matriz.

05  Confissões da Catequese – Dia 26, às 16:00h, na Igreja Matriz.

06  CAE-(Conselho Assuntos Económicos) – Reúne dia 26 às 21.30h..

 

 

07  SAGRADO TRIDUO PASCAL – Quinta de manhã, Missa Crismal na Sé do Porto, onde todos os Sacerdotes, com o seu Bispo renovam os seus compromissos de obediência ao Bispo e serviço ao Povo de Deus.

Á Noite, 21,30h – Na Matriz Missa da Ceia do Senhor com Lava-Pés. Depois a trasladação do Senhor. Segue-se Adoração silenciosa até às 24h. Inicia o Tríduo Pascal.

 

v  Sexta feira Santa – Dia de Jejum e Abstinência. Primeiro Dia do Tríduo Pascal.

Às 15h – Celebração da Paixão e Morte do Senhor na Matriz.

Faremos aí o Ofertório para os nossos Irmãos cristãos perseguidos na Terra de Jesus e no Médio Oriente.

Ao ir oscular a santa Cruz, deixamos aí a nossa dádiva.

 

À Noite, 21,30h – Via Sacra Comunitária, de cada Centro, passando pela Matriz

a terminar no   Calvário. Vamos todos participar.

 

v  Sábado Santo – Segundo Dia do sagrado Tríduo, dia de Silêncio e espera do

Senhor. Deverá prolongar-se aqui o Jejum e Abstinência.

Às 21,00h – Vigília Pascal, com a Bênção do Lume Novo, da Água Lustral

e Envio do Compasso.

v  Domingo da Ressurreição – Terceiro Dia,

Missas nos Horários habituais, na

Matriz: 07,30h; 09,30h; 11.00h

 

19h – Missa Solene do Recolher do Compasso.

 

Visita Pascal - será como nos Anos Anteriores. Consultar Programa Próprio nos Locais habituais. Convidamos todas as Famílias a Acolherem o Senhor. Crianças e Jovens, Doentes e Casais, todos recebendo a Vida Nova. As Equipas do Compasso recolherão o Folar das Famílias, para auxílio da vida paroquial, como é costume. Feliz Semana Santa a todas as Famílias. 

 

ACONTECE PROXIMAMENTE

                          Para ir registando e reservando disponibilidade

 

01  SPEC-(Secretariado Paroquial Educação Cristã) Reúne dia 2 de Abril 21.30h Taralhão

02  Confissões: Para Primeira Sexta-feira, dia 3 de Abril, 15h na Matriz.

03  Adoração Eucarística - Catequese, 10ºano , dia 4 de Abril.

04  Dia Diocesano da Juventude-7 de Abril 2013.

05  Festa em honra de Santo Isidoro – Dia 7 de Abril, Eucaristia às 11:00h no Monte Crasto.

06  MEC-Ministros Extraordinários da Comunhão- Formação Permanente em S. Mamede de Infesta, dia 10, 21:30h – Na Casa Diocesana de Vilar, dia 13 às 15h.

07  Dia Paroquial do Doente – 14 de Abril, às 15h, na Igreja Paroquial.

08  Concerto da Esperança – Dia 20 de Abril, na Igreja Paroquial, com coro de S. Tarcísio.

09  Próxima Bênção das Mães Grávidas – Primeiro Domingo de Maio – Dia da Mãe – 05 de Maio, 19h, na nossa Igreja Paroquial.

10  Ano 2017 Centenário da Senhora do Rosário de Fátima. Tema do próximo Ano 2013: «Não tenhais medo»

Pode também acompanhar a vida da nossa Comunidade e melhor vir às Celebrações e Eventos, em http://goo.gl/TFvOS Experimente o link.

 

O Pároco, saúdo a todos os visitantes e paroquianos desejando uma Feliz Semana Santa. Em Ano da Fé, e na nossa Caminhada Sacerdotal de toda a Paróquia como  Povo de Deus – Povo sacerdotal, Cristo, nos acolha e atenda. Para nós próprios O acolhermos a Ele e servirmos nos Irmãos.

DOMINGO DE RAMOS NA PAIXÃO DO SENHOR - LEITURA II Filip 2, 6-11

«Humilhou-Se a Si próprio; por isso Deus O exaltou»

Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Filipenses

Cristo Jesus, que era de condição divina,

não Se valeu da sua igualdade com Deus,

mas aniquilou-Se a Si próprio.

Assumindo a condição de servo,

tornou-Se semelhante aos homens.

Aparecendo como homem, humilhou-Se ainda mais,

obedecendo até à morte e morte de cruz.

Por isso Deus O exaltou

e Lhe deu um nome que está acima de todos os nomes,

para que ao nome de Jesus todos se ajoelhem

no céu, na terra e nos abismos,

e toda a língua proclame que Jesus Cristo é o Senhor,

para glória de Deus Pai.

Palavra do Senhor.

CELEBRAÇÃO DA PAIXÃO DO SENHOR

ACLAMAÇÃO ANTES DO EVANGELHO Filip 2, 8-9
Refrão: Glória a Vós, Senhor, Filho do Deus vivo. Repete-se

Cristo obedeceu até à morte e morte de cruz.
Por isso Deus O exaltou e Lhe deu um nome
que está acima de todos os nomes. Refrão

NARRATIVA DA PAIXÃO  -  DOMINGO DE RAMOS C


EVANGELHO Jo 18, 1 __ 19, 42
O discípulo predilecto de Jesus foi aquele que, mais de perto, viveu a sua Paixão. No relato que dela nos transmitiu, deixa, sobretudo, transparecer a sua admiração pela maneira como Jesus enfrenta a morte. Não é, na verdade, como um vencido pelo sofrimento que avança para ela. Consciente de que chegara a Sua «Hora», encaminha-Se, livremente e como senhor dos acontecimentos, a cumprir a acção solene, que havia predito e constitui a sua missão. Acompanhando-O no Seu sofrimento, João vê n'Ele o Verbo Encarnado, O Verdadeiro Cordeiro de Deus, cujo Sacrifício redentor se prolongará, sacramentalmente, na Igreja, presente em Maria que junto da Cruz de Jesus e ao lado do Evangelista, se associava à geração da nova humanidade.

N Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo
segundo São João
Naquele tempo,
Jesus saiu com os seus discípulos
para o outro lado da torrente do Cedron.
Havia lá um jardim, onde Ele entrou com os seus discípulos.
Judas, que O ia entregar, conhecia também o local,
porque Jesus Se reunira lá muitas vezes
com os discípulos.
Tomando consigo uma companhia de soldados
e alguns guardas,
enviados pelos príncipes dos sacerdotes e pelos fariseus,
Judas chegou ali, com archotes, lanternas e armas.
Sabendo Jesus tudo o que Lhe ia acontecer,
adiantou-Se e perguntou-lhes:
J «A quem buscais?».
N Eles responderam-Lhe:
R «A Jesus, o Nazareno».
N Jesus disse-lhes:
J «Sou Eu».
N Judas, que O ia entregar, também estava com eles.
Quando Jesus lhes disse: «Sou Eu»,
recuaram e caíram por terra.
Jesus perguntou-lhes novamente:
J «A quem buscais?».
N Eles responderam:
R «A Jesus, o Nazareno».
N Disse-lhes Jesus:
J «Já vos disse que sou Eu.
Por isso, se é a Mim que buscais,
deixai que estes se retirem».
N Assim se cumpriam as palavras que Ele tinha dito:
«Daqueles que Me deste, não perdi nenhum».
Então, Simão Pedro, que tinha uma espada,
desembainhou-a e feriu um servo do sumo sacerdote,
cortando-lhe a orelha direita.
O servo chamava-se Malco. Mas Jesus disse a Pedro:
J «Mete a tua espada na bainha.
Não hei-de beber o cálice que meu Pai Me deu?».
N Então, a companhia de soldados,
o oficial e os guardas dos judeus
apoderaram-se de Jesus e manietaram-n’O.
Levaram-n’O primeiro a Anás,
por ser sogro de Caifás,
que era o sumo sacerdote nesse ano.
Caifás é que tinha dado o seguinte conselho aos judeus:
«Convém que morra um só homem pelo povo».
Entretanto, Simão Pedro seguia Jesus
com outro discípulo.
Esse discípulo era conhecido do sumo sacerdote
e entrou com Jesus no pátio do sumo sacerdote,
enquanto Pedro ficava à porta, do lado de fora.
Então o outro discípulo, conhecido do sumo sacerdote,
falou à porteira e levou Pedro para dentro.
A porteira disse a Pedro:
R «Tu não és dos discípulos desse homem?».
N Ele respondeu:
R «Não sou».
N Estavam ali presentes os servos e os guardas,
que, por causa do frio, tinham acendido um braseiro
e se aqueciam.
Pedro também se encontrava com eles a aquecer-se.
Entretanto, o sumo sacerdote interrogou Jesus
acerca dos seus discípulos e da sua doutrina.
Jesus respondeu-lhe:
J «Falei abertamente ao mundo.
Sempre ensinei na sinagoga e no templo,
onde todos os judeus se reúnem,
e não disse nada em segredo.
Porque Me interrogas?
Pergunta aos que Me ouviram o que lhes disse:
eles bem sabem aquilo de que lhes falei».
N A estas palavras, um dos guardas que estava ali presente
deu uma bofetada a Jesus e disse-Lhe:
R «É assim que respondes ao sumo sacerdote?».
N Jesus respondeu-lhe:
J «Se falei mal, mostra-Me em quê.
Mas, se falei bem, porque Me bates?».
N Então Anás mandou Jesus manietado
ao sumo sacerdote Caifás.
Simão Pedro continuava ali a aquecer-se.
Disseram-lhe então:
R «Tu não és também um dos seus discípulos?».
N Ele negou, dizendo:
R «Não sou».
N Replicou um dos servos do sumo sacerdote,
parente daquele a quem Pedro cortara a orelha:
R «Então eu não te vi com Ele no jardim?».
N Pedro negou novamente,
e logo um galo cantou.
Depois, levaram Jesus da residência de Caifás ao Pretório.
Era de manhã cedo. Eles não entraram no pretório, para
não se contaminarem e assim poderem comer a Páscoa.
Pilatos veio cá fora ter com eles e perguntou-lhes:
R «Que acusação trazeis contra este homem?».
N Eles responderam-lhe:
R «Se não fosse malfeitor, não t’O entregávamos».
N Disse-lhes Pilatos:
R «Tomai-O vós próprios, e julgai-O segundo a vossa lei».
N Os judeus responderam:
R «Não nos é permitido dar a morte a ninguém».
N Assim se cumpriam as palavras que Jesus tinha dito,
ao indicar de que morte ia morrer.
Entretanto, Pilatos entrou novamente no pretório,
chamou Jesus e perguntou-Lhe:
R «Tu és o Rei dos judeus?».
N Jesus respondeu-lhe:
J «É por ti que o dizes,
ou foram outros que to disseram de Mim?».


N Disse-Lhe Pilatos:
R «Porventura sou eu judeu?
O teu povo e os sumos sacerdotes
é que Te entregaram a Mim.
Que fizeste?».
N Jesus respondeu:
J «O meu reino não é deste mundo.
Se o meu reino fosse deste mundo,
os meus guardas lutariam
para que Eu não fosse entregue aos judeus.
Mas o meu reino não é daqui».
N Disse-Lhe Pilatos:
R «Então, Tu és Rei?».
N Jesus respondeu-lhe:
J «É como dizes: sou Rei.
Para isso nasci e vim ao mundo,
a fim de dar testemunho da verdade.
Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz».
N Disse-Lhe Pilatos:
R «Que é a verdade?».
N Dito isto, saiu novamente para fora e declarou aos judeus:
R «Não encontro neste homem culpa nenhuma.
Mas vós estais habituados
a que eu vos solte alguém pela Páscoa.
Quereis que vos solte o Rei dos judeus?».
N Eles gritaram de novo:
R «Esse não. Antes Barrabás».
N Barrabás era um salteador.
Então Pilatos mandou que levassem Jesus
e O açoitassem.
Os soldados teceram uma coroa de espinhos,
colocaram-Lha na cabeça
e envolveram Jesus num manto de púrpura.
Depois aproximavam-se d’Ele e diziam:
R «Salve, Rei dos judeus».
N E davam-Lhe bofetadas.
Pilatos saiu novamente para fora e disse:
R «Eu vo-l’O trago aqui fora,
para saberdes que não encontro n’Ele culpa nenhuma».

N Jesus saiu,
trazendo a coroa de espinhos e o manto de púrpura.
Pilatos disse-lhes:
R «Eis o homem».
N Quando viram Jesus,
os príncipes dos sacerdotes e os guardas gritaram:
R «Crucifica-O! Crucifica-O!».
N Disse-lhes Pilatos:
R «Tomai-O vós mesmos e crucificai-O,
que eu não encontro n’Ele culpa alguma».
N Responderam-lhe os judeus:
R «Nós temos uma lei
e, segundo a nossa lei, deve morrer,
porque Se fez Filho de Deus».
N Quando Pilatos ouviu estas palavras, ficou assustado.
Voltou a entrar no pretório e perguntou a Jesus:
R «Donde és Tu?».
N Mas Jesus não lhe deu resposta.
Disse-Lhe então Pilatos:
R «Não me falas? Não sabes que tenho poder
para Te soltar e para Te crucificar?».
N Jesus respondeu-lhe:
J «Nenhum poder terias sobre Mim,
se não te fosse dado do alto.
Por isso, quem Me entregou a ti tem maior pecado».
N A partir de então, Pilatos procurava libertar Jesus.
Mas os judeus gritavam:
R «Se O libertares, não és amigo de César:
todo aquele que se faz rei é contra César».
N Ao ouvir estas palavras,
Pilatos trouxe Jesus para fora
e sentou-se no tribunal,
no lugar chamado «Lagedo», em hebraico «Gabatá».
Era a Preparação da Páscoa, por volta do meio-dia.
Disse então aos judeus:
R «Eis o vosso Rei!».
N Mas eles gritaram:
R «À morte, à morte! Crucifica-O!».


N Disse-lhes Pilatos:
R «Hei-de crucificar o vosso Rei?».
N Replicaram-lhe os príncipes dos sacerdotes:
R «Não temos outro rei senão César».
N Entregou-lhes então Jesus, para ser crucificado.
E eles apoderaram-se de Jesus.
Levando a cruz,
Jesus saiu para o chamado Lugar do Calvário,
que em hebraico se diz Gólgota.
Ali O crucificaram, e com Ele mais dois:
um de cada lado e Jesus no meio.
Pilatos escreveu ainda um letreiro
e colocou-o no alto da cruz; nele estava escrito:
«Jesus, o Nazareno, Rei dos judeus».
Muitos judeus leram esse letreiro,
porque o lugar onde Jesus tinha sido crucificado
era perto da cidade.
Estava escrito em hebraico, grego e latim.
Diziam então a Pilatos
os príncipes dos sacerdotes dos judeus:
R «Não escrevas: ‘Rei dos judeus’,
mas que Ele afirmou: ‘Eu sou o Rei dos judeus’».
N Pilatos retorquiu:
R «O que escrevi está escrito».
N Quando crucificaram Jesus,
os soldados tomaram as suas vestes,
das quais fizeram quatro lotes, um para cada soldado,
e ficaram também com a túnica.
A túnica não tinha costura:
era tecida de alto a baixo como um todo.
Disseram uns aos outros:
R «Não a rasguemos, mas lancemos sortes,
para ver de quem será».
N Assim se cumpria a Escritura:
«Repartiram entre si as minhas vestes
e deitaram sortes sobre a minha túnica».
Foi o que fizeram os soldados.
Estavam junto à cruz de Jesus
sua Mãe, a irmã de sua Mãe,
Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena.
Ao ver sua Mãe e o discípulo predilecto,
Jesus disse a sua Mãe:
J «Mulher, eis o teu filho».
N Depois disse ao discípulo:
J «Eis a tua Mãe».
N E a partir daquela hora,
o discípulo recebeu-a em sua casa.
Depois, sabendo que tudo estava consumado
e para que se cumprisse a Escritura,
Jesus disse:
J «Tenho sede».
N Estava ali um vaso cheio de vinagre.
Prenderam a uma vara uma esponja embebida em vinagre
e levaram-Lha à boca.
Quando Jesus tomou o vinagre, exclamou:
J «Tudo está consumado».
N E, inclinando a cabeça, expirou.
N Por ser a Preparação, e para que os corpos
não ficassem na cruz durante o sábado,
– era um grande dia aquele sábado –
os judeus pediram a Pilatos
que se lhes quebrassem as pernas e fossem retirados.
Os soldados vieram e quebraram as pernas ao primeiro,
depois ao outro que tinha sido crucificado com ele.
Ao chegarem a Jesus, vendo-O já morto,
não Lhe quebraram as pernas,
mas um dos soldados
trespassou-Lhe o lado com uma lança,
e logo saiu sangue e água.
Aquele que viu é que dá testemunho
e o seu testemunho é verdadeiro.
Ele sabe que diz a verdade,
para que também vós acrediteis.
Assim aconteceu para se cumprir a Escritura, que diz:
«Nenhum osso Lhe será quebrado».
Diz ainda outra passagem da Escritura:
«Hão-de olhar para Aquele que trespassaram».
Depois disto, José de Arimateia,
que era discípulo de Jesus,
embora oculto por medo dos judeus,
pediu licença a Pilatos para levar o corpo de Jesus.
Pilatos permitiu-lho.
José veio então tirar o corpo de Jesus.
Veio também Nicodemos,
aquele que, antes, tinha ido de noite ao encontro de Jesus.
Trazia uma mistura de quase cem libras de mirra e aloés.
Tomaram o corpo de Jesus
e envolveram-no em ligaduras juntamente com os perfumes,
como é costume sepultar entre os judeus.
No local em que Jesus tinha sido crucificado,
havia um jardim e, no jardim, um sepulcro novo,
no qual ainda ninguém fora sepultado.
Foi aí que, por causa da Preparação dos judeus,
porque o sepulcro ficava perto,
depositaram Jesus.
Palavra da salvação.

 

< anterior   Seguinte >
J.A.T. template series was designed 2006 by 4bp.de: www.4bp.de, www.oltrogge.ws
Patanol