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06-Informação Paroquial de 10 a 17 de Fevereiro 2013 Imprimir EMail

 

INFORMAÇÃO PAROQUIAL DE 10 A 17 DE FEVEREIRO 2013

01.  Dia Mundial do Doente – Dia 11 de Fevereiro: “Vai e faz tu o mesmo também”(Lc. 10,37). O Pároco, saúda todos os Doentes e suas Famílias. Aos Casais, Noivos e Famílias, uma feliz semana, sempre a partir da Eucaristia. É dia de Nossa Senhora de Lurdes.

02. Confraria das Almas – Reúne dia 11 de Fev. ás 21:30h.

03. Jubileu de Prata – 25 Anos a louvar o Senhor/Kyrios – do Grupo Coral Kyrios, ao serviço da Liturgia e da Cultura comunitária. O “Kyrios”(Senhor) continue a abençoar este Grupo e a fazer dele uma bênção para Gondomar.

04. Cinzas e Inicio da Caminha Pascal-Dia 13 de Fevereiro, Missa na Matriz, às 08,30h e 21,00h. Toda a Catequese estará presente  e pelo menos uma pessoa de cada Família. No Centro de Aguiar também Missa de Cinzas, às 21,00h.

NESTE DIA NÃO HÁ MISSA NO MONTE CRASTO.

05.  Dia de São Cirilo e Metódio – 14 de Fevereiro. São co-patronos da Europa.

06.  GEOP(Grupo Executivo Obras Paroquiais) – Reúne dia 15, às 21:30h

07.  ACÓLITOS-Reunião dia 16 de Fevereiro às 21:30h.

08.  DIA 23 e 24 de Fevereiro- Jornadas Vicariais da Fé em Gondomar: Para celebrar o Ano da Fé, a Vigararia de Gondomar organiza as Jornadas Vicariais da Fé, a decorrer entre 23 e 24 de Fevereiro, no Pavilhão Municipal de Fânzeres e na Igreja Paroquial de Fânzeres. Sábado – 15h – Pavilhão Municipal de Fânzeres; 21,30h – Vigília na Igreja Paroquial, orientada pelos Jovens da Vigararia. Domingo – 15h – Missa Solene, no Pavilhão com o nosso Bispo e Coros do Concelho, cantando o Credo.

09.  A Conferência de S. Vicente de Paulo de Gondomar/S.Cosme e Damião, agradece mais uma vez todos os donativos, dirigidos a esta instituição ao longo do ano 2012: Receitas-17.598,44€, Ajudas prestadas-18.099,56€. As contas relativas ao ano 2012, estão afixadas nos locais habituais. Que o Senhor recompense a todos, neste ano 2013, ano da Fé, Esperança e Caridade.

10.  Associação Portuguesa Amigos de Raoul Follereau(APARF) – Agradece reconhecidamente o donativo entregue, no peditório na paróquia, feito pelos Escuteiros, que foi de: 293,30€.Informação afixada nos locais habituais.

11.  Marcação de Bodas de Ouro e Prata- ano 2013-Já podem fazer a marcação, na Sacristia da Matriz, ou no Cartório Paroquial. Nos horários de atendimento

12.  Todas as Quintas feirasTodo o dia está o Senhor solenemente exposto na Igreja Paroquial. Convidam-se mais Adoradores, a inscreverem-se para “Vigiar uma Hora com Jesus”(Cf. Mt.26,41-42) «Nem sequer pudeste vigiar uma hora comigo! Vigiai e orai, para não cairdes em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é débil».

13.  Via Sacra na Quaresma – Todas as Sextas, às 21,30h, na Matriz. Seguir e imitar os passos de Jesus, a caminho da Ressurreição. Tema desta Quaresma: Crer na Caridade, suscita a Caridade.

 

                             ACONTECE PROXIMAMENTE

                          Para ir registando e reservando disponibilidade

01  Equipa Vicarial da Família de Gondomar – Reúne Dia 18, às 21,30h em São Cosme.

02  Beatos Francisco e Jacinta-Dia 20 – Rosário com a Catequese às 21,30h. Convida-se toda a Comunidade, neste Caminho do Jubileu para os Cem anos de Fátima.

03  Comissão Organizadora do Compasso-Reúne Dia 21, 21,30 – No Salão Paroquial.

04  Hora de Oração- Cimo da Serra dia 21 de Fev. 21:30h.

05  Tarde de Recoleção com o MOVA(Movimento Vida Ascendente – Reformados Cristãos – em Vilar, na preparação da Quaresma.

06  Dia da Cáritas Portuguesa – Com ofertório em todas as Missas e Peditório de Rua – Dia 01 a 03 de Março. A Cáritas é o Organismo da Igreja Católica para a Caridade, juntamente com os Vicentinos. Na Diocese do Porto existe e trabalha a Cáritas, ao serviço de todos.

07  Ano 2017 Centenário da Senhora do Rosário de Fátima. Tema do próximo Ano 2013: «Não tenhais medo»

Pode também acompanhar a vida da nossa Comunidade e melhor vir às Celebrações e Eventos, em http://goo.gl/TFvOS Experimente o link.

 

C O N T A C T O S     E     I N F O R M A Ç Õ E S     GERAIS     DA     PARÓQUIA

HORÁRIO DA IGREJA - TODOS OS DIAS

De Terça a Sexta - das 7,30 – às 11 H; das 14 – às 17:30H

Sábado e Segunda – 8h às 11h das 14:30 às 17:30h

HORÁRIO DE ATENDIMENTO NO CARTÓRIO

De Terça a Sexta das - 17:00 ÀS 19:30H

MATRIZ   -   MORADA DA PARÓQUIA

Igreja Paroquial de Gondomar /S. Cosme

Largo João Paulo II, 95/99

4420 – 167 GONDOMAR

 

TELEFONES:  +351 22 483 43 08  -  +351 22 464 43 20

      

FAX : +351 22 464 85 01  -  +351 93 840 18 83

 

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EVANGELHO Lc 5, 1-11

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas

Naquele tempo, estava a multidão aglomerada em volta de Jesus, para ouvir a palavra de Deus. Ele encontrava-Se na margem do lago de Genesaré e viu dois barcos estacionados no lago. Os pescadores tinham deixado os barcos e estavam a lavar as redes. Jesus subiu para um barco, que era de Simão, e pediu-lhe que se afastasse um pouco da terra. Depois sentou-Se e do barco pôs-Se a ensinar a multidão. Quando acabou de falar, disse a Simão: «Faz-te ao largo e lançai as redes para a pesca». Respondeu-Lhe Simão: «Mestre, andámos na faina toda a noite e não apanhámos nada. Mas, já que o dizes, lançarei as redes». Eles assim fizeram e apanharam tão grande quantidade de peixes que as redes começavam a romper-se. Fizeram sinal aos companheiros que estavam no outro barco, para os virem ajudar; eles vieram e encheram ambos os barcos, de tal modo que quase se afundavam. Ao ver o sucedido, Simão Pedro lançou-se aos pés de Jesus e disse-Lhe: «Senhor, afasta-Te de mim, que sou um homem pecador». Na verdade, o temor tinha-se apoderado dele e de todos os seus companheiros, por causa da pesca realizada. Isto mesmo sucedeu a Tiago e a João, filhos de Zebedeu, que eram companheiros de Simão. Jesus disse a Simão: «Não temas. Daqui em diante serás pescador de homens». Tendo conduzido os barcos para terra, eles deixaram tudo e seguiram Jesus.

Palavra da salvação.

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE BENTO XVI
PARA A QUARESMA DE 2013

Crer na caridade suscita caridade  
«Nós conhecemos o amor que Deus nos tem,

pois cremos nele» (1 Jo 4, 16)

 Queridos irmãos e irmãs!

A celebração da Quaresma, no contexto do Ano da fé, proporciona-nos uma preciosa ocasião para meditar sobre a relação entre fé e caridade: entre o crer em Deus, no Deus de Jesus Cristo, e o amor, que é fruto da acção do Espírito Santo e nos guia por um caminho de dedicação a Deus e aos outros.

1. A fé como resposta ao amor de Deus

Na minha primeira Encíclica, deixei já alguns elementos que permitem individuar a estreita ligação entre estas duas virtudes teologais: a fé e a caridade. Partindo duma afirmação fundamental do apóstolo João: «Nós conhecemos o amor que Deus nos tem, pois cremos nele» (1 Jo 4, 16), recordava que, «no início do ser cristão, não há uma decisão ética ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo. (...) Dado que Deus foi o primeiro a amar-nos (cf. 1 Jo 4, 10), agora o amor já não é apenas um “mandamento”, mas é a resposta ao dom do amor com que Deus vem ao nosso encontro» (Deus caritas est, 1). A fé constitui aquela adesão pessoal - que engloba todas as nossas faculdades - à revelação do amor gratuito e «apaixonado» que Deus tem por nós e que se manifesta plenamente em Jesus Cristo. O encontro com Deus Amor envolve não só o coração, mas também o intelecto: «O reconhecimento do Deus vivo é um caminho para o amor, e o sim da nossa vontade à d’Ele une intelecto, vontade e sentimento no acto globalizante do amor. Mas isto é um processo que permanece continuamente a caminho: o amor nunca está "concluído" e completado» (ibid., 17). Daqui deriva, para todos os cristãos e em particular para os «agentes da caridade», a necessidade da fé, daquele «encontro com Deus em Cristo que suscite neles o amor e abra o seu íntimo ao outro, de tal modo que, para eles, o amor do próximo já não seja um mandamento por assim dizer imposto de fora, mas uma consequência resultante da sua fé que se torna operativa pelo amor» (ibid., 31). O cristão é uma pessoa conquistada pelo amor de Cristo e, movido por este amor - «caritas Christi urget nos» (2 Cor 5, 14) - , está aberto de modo profundo e concreto ao amor do próximo (cf. ibid., 33). Esta atitude nasce, antes de tudo, da consciência de ser amados, perdoados e mesmo servidos pelo Senhor, que Se inclina para lavar os pés dos Apóstolos e Se oferece a Si mesmo na cruz para atrair a humanidade ao amor de Deus.

«A fé mostra-nos o Deus que entregou o seu Filho por nós e assim gera em nós a certeza vitoriosa de que isto é mesmo verdade: Deus é amor! (...) A fé, que toma consciência do amor de Deus revelado no coração trespassado de Jesus na cruz, suscita por sua vez o amor. Aquele amor divino é a luz – fundamentalmente, a única - que ilumina incessantemente um mundo às escuras e nos dá a coragem de viver e agir» (ibid., 39). Tudo isto nos faz compreender como o procedimento principal que distingue os cristãos é precisamente «o amor fundado sobre a fé e por ela plasmado» (ibid., 7).

2. A caridade como vida na fé

Toda a vida cristã consiste em responder ao amor de Deus. A primeira resposta é precisamente a fé como acolhimento, cheio de admiração e gratidão, de uma iniciativa divina inaudita que nos precede e solicita; e o «sim» da fé assinala o início de uma luminosa história de amizade com o Senhor, que enche e dá sentido pleno a toda a nossa vida. Mas Deus não se contenta com o nosso acolhimento do seu amor gratuito; não Se limita a amar-nos, mas quer atrair-nos a Si, transformar-nos de modo tão profundo que nos leve a dizer, como São Paulo: Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim (cf. Gl 2, 20).

Quando damos espaço ao amor de Deus, tornamo-nos semelhantes a Ele, participantes da sua própria caridade. Abrirmo-nos ao seu amor significa deixar que Ele viva em nós e nos leve a amar com Ele, n'Ele e como Ele; só então a nossa fé se torna verdadeiramente uma «fé que actua pelo amor» (Gl 5, 6) e Ele vem habitar em nós (cf. 1 Jo 4, 12).

A fé é conhecer a verdade e aderir a ela (cf. 1 Tm 2, 4); a caridade é «caminhar» na verdade (cf. Ef 4, 15). Pela fé, entra-se na amizade com o Senhor; pela caridade, vive-se e cultiva-se esta amizade (cf. Jo 15, 14-15). A fé faz-nos acolher o mandamento do nosso Mestre e Senhor; a caridade dá-nos a felicidade de pô-lo em prática (cf. Jo 13, 13-17). Na fé, somos gerados como filhos de Deus (cf. Jo 1, 12-13); a caridade faz-nos perseverar na filiação divina de modo concreto, produzindo o fruto do Espírito Santo (cf. Gl 5, 22). A fé faz-nos reconhecer os dons que o Deus bom e generoso nos confia; a caridade fá-los frutificar (cf. Mt 25, 14-30).

3. O entrelaçamento indissolúvel de fé e caridade

À luz de quanto foi dito, torna-se claro que nunca podemos separar e menos ainda contrapor fé e caridade. Estas duas virtudes teologais estão intimamente unidas, e seria errado ver entre elas um contraste ou uma «dialéctica». Na realidade, se, por um lado, é redutiva a posição de quem acentua de tal maneira o carácter prioritário e decisivo da fé que acaba por subestimar ou quase desprezar as obras concretas da caridade reduzindo-a a um genérico humanitarismo, por outro é igualmente redutivo defender uma exagerada supremacia da caridade e sua operatividade, pensando que as obras substituem a fé. Para uma vida espiritual sã, é necessário evitar tanto o fideísmo como o activismo moralista.

A existência cristã consiste num contínuo subir ao monte do encontro com Deus e depois voltar a descer, trazendo o amor e a força que daí derivam, para servir os nossos irmãos e irmãs com o próprio amor de Deus. Na Sagrada Escritura, vemos como o zelo dos Apóstolos pelo anúncio do Evangelho, que suscita a fé, está estreitamente ligado com a amorosa solicitude pelo serviço dos pobres (cf. At 6, 1-4). Na Igreja, devem coexistir e integrar-se contemplação e acção, de certa forma simbolizadas nas figuras evangélicas das irmãs Maria e Marta (cf. Lc 10, 38-42). A prioridade cabe sempre à relação com Deus, e a verdadeira partilha evangélica deve radicar-se na fé (cf. Catequese na Audiência geral de 25 de Abril de 2012). De facto, por vezes tende-se a circunscrever a palavra «caridade» à solidariedade ou à mera ajuda humanitária; é importante recordar, ao invés, que a maior obra de caridade é precisamente a evangelização, ou seja, o «serviço da Palavra». Não há acção mais benéfica e, por conseguinte, caritativa com o próximo do que repartir-lhe o pão da Palavra de Deus, fazê-lo participante da Boa Nova do Evangelho, introduzi-lo no relacionamento com Deus: a evangelização é a promoção mais alta e integral da pessoa humana. Como escreveu o Servo de Deus Papa Paulo VI, na Encíclica Populorum progressio, o anúncio de Cristo é o primeiro e principal factor de desenvolvimento (cf. n. 16). A verdade primordial do amor de Deus por nós, vivida e anunciada, é que abre a nossa existência ao acolhimento deste amor e torna possível o desenvolvimento integral da humanidade e de cada homem (cf. Enc. Caritas in veritate, 8).

Essencialmente, tudo parte do Amor e tende para o Amor. O amor gratuito de Deus é-nos dado a conhecer por meio do anúncio do Evangelho. Se o acolhermos com fé, recebemos aquele primeiro e indispensável contacto com o divino que é capaz de nos fazer «enamorar do Amor», para depois habitar e crescer neste Amor e comunicá-lo com alegria aos outros.

A propósito da relação entre fé e obras de caridade, há um texto na Carta de São Paulo aos Efésios que a resume talvez do melhor modo: «É pela graça que estais salvos, por meio da fé. E isto não vem de vós; é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie. Porque nós fomos feitos por Ele, criados em Cristo Jesus, para vivermos na prática das boas acções que Deus de antemão preparou para nelas caminharmos» (2, 8-10). Daqui se deduz que toda a iniciativa salvífica vem de Deus, da sua graça, do seu perdão acolhido na fé; mas tal iniciativa, longe de limitar a nossa liberdade e responsabilidade, torna-as mais autênticas e orienta-as para as obras da caridade. Estas não são fruto principalmente do esforço humano, de que vangloriar-se, mas nascem da própria fé, brotam da graça que Deus oferece em abundância. Uma fé sem obras é como uma árvore sem frutos: estas duas virtudes implicam-se mutuamente. A Quaresma, com as indicações que dá tradicionalmente para a vida cristã, convida-nos precisamente a alimentar a fé com uma escuta mais atenta e prolongada da Palavra de Deus e a participação nos Sacramentos e, ao mesmo tempo, a crescer na caridade, no amor a Deus e ao próximo, nomeadamente através do jejum, da penitência e da esmola.

4. Prioridade da fé, primazia da caridade

Como todo o dom de Deus, a fé e a caridade remetem para a acção do mesmo e único Espírito Santo (cf. 1 Cor 13), aquele Espírito que em nós clama:«Abbá! – Pai!» (Gl 4, 6), e que nos faz dizer: «Jesus é Senhor!» (1 Cor 12, 3) e «Maranatha! – Vem, Senhor!» (1 Cor 16, 22; Ap 22, 20).

Enquanto dom e resposta, a fé faz-nos conhecer a verdade de Cristo como Amor encarnado e crucificado, adesão plena e perfeita à vontade do Pai e infinita misericórdia divina para com o próximo; a fé radica no coração e na mente a firme convicção de que precisamente este Amor é a única realidade vitoriosa sobre o mal e a morte. A fé convida-nos a olhar o futuro com a virtude da esperança, na expectativa confiante de que a vitória do amor de Cristo chegue à sua plenitude. Por sua vez, a caridade faz-nos entrar no amor de Deus manifestado em Cristo, faz-nos aderir de modo pessoal e existencial à doação total e sem reservas de Jesus ao Pai e aos irmãos. Infundindo em nós a caridade, o Espírito Santo torna-nos participantes da dedicação própria de Jesus: filial em relação a Deus e fraterna em relação a cada ser humano (cf. Rm 5, 5).

A relação entre estas duas virtudes é análoga à que existe entre dois sacramentos fundamentais da Igreja: o Baptismo e a Eucaristia. O Baptismo (sacramentum fidei) precede a Eucaristia (sacramentum caritatis), mas está orientado para ela, que constitui a plenitude do caminho cristão. De maneira análoga, a fé precede a caridade, mas só se revela genuína se for coroada por ela. Tudo inicia do acolhimento humilde da fé («saber-se amado por Deus»), mas deve chegar à verdade da caridade («saber amar a Deus e ao próximo»), que permanece para sempre, como coroamento de todas as virtudes (cf. 1 Cor 13, 13).

Caríssimos irmãos e irmãs, neste tempo de Quaresma, em que nos preparamos para celebrar o evento da Cruz e da Ressurreição, no qual o Amor de Deus redimiu o mundo e iluminou a história, desejo a todos vós que vivais este tempo precioso reavivando a fé em Jesus Cristo, para entrar no seu próprio circuito de amor ao Pai e a cada irmão e irmã que encontramos na nossa vida. Por isto elevo a minha oração a Deus, enquanto invoco sobre cada um e sobre cada comunidade a Bênção do Senhor!

Vaticano, 15 de Outubro de 2012

BENEDICTUS PP. XVI

  © Copyright 2012 - Libreria Editrice Vaticana

 

 

 

 

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