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04-Informação Paroquial de 27 Janeiro a 03 Fevereiro 2013 Imprimir EMail

 

INFORMAÇÃO PAROQUIAL DE  A 27 03 DE FEVEREIRO 2013

01.  Festa de São Vicente: Dia 27 Missa Solene no Monte Crasto, às 11:00h.

02.  60º DIA MUNDIAL DOS LEPROSOS – Neste Domingo, dia 27 de Janeiro. Peditório em todos os Centros, pelos Escuteiros.

03.  Pastoral Paroquial da Saúde-Reúnem dia 28 de Janeiro. às 21:30h Salão

04.  Confissões para a primeira Sexta na Matriz – Dia 30,às 15:00h

05.  Ciclo de Conferências - Eis o Homem- Na Associação Católica do Porto, dia 31,21.30h

06.  Dia 02 de Fevereiro-Apresentação de Jesus no Templo:

a.    Bênção das Crianças que não andam na catequese e das velas, às 10h

b.    Missa com todas as crianças da Catequese e Benção de Velas, às 16:30h

07.  Festa em honra de S. Brás-Domingo 03 de Fevereiro, às 11:30h,Eucaristia na Capela de Santo António

08.  BATISMO – Primeiro Momento da Iniciação Cristã. Todos os que pensam batizar, ou ser Padrinhos, devem aparecer sempre com muita antecedência: no mínimo três meses. Para uma adequada preparação pastoral. As Famílias cristãs da Paróquia começam logo na Bênção das Mães Grávidas a preparar nomes cristãos, os Padrinhos e o batismo dos Filhos. PADRINHOS DE BATISMO: Os Padrinhos devem, conjuntamente com os Pais, apresentar a criança ao Batismo, velar por que o seu afilhado leve uma vida cristã digna do seu Batismo e cumpra fielmente os seus deveres de cristão. Condições para serem Padrinhos de Baptismo: Que tenham maturidade suficiente; tenham completado 16 anos de idade; tenham sido iniciados pelos três sacramentos do Baptismo, da Confirmação e da Eucaristia, e leve vida de acordo com a fé e a função que vai desempenhar; sejam casados catolicamente, solteiros ou viúvos, e que possam servir de exemplo de vida cristã para a Criança a batizar. Haja um só Padrinho ou uma só Madrinha, ou então um Padrinho e uma Madrinha, pertença à Igreja Católica e não esteja impedido, pelo direito, de exercer esta função.

Os Padrinhos não residentes na Paróquia de S. Cosme, deverão apresentar uma Declaração de Idoneidade, passada pelo pároco da Paróquia onde residem.

09.  DIREITOS PAROQUIAIS – O CAE (Conselho para os Assuntos Económicos) /Comissão Fabriqueira, está a fazer uma campanha de informação e sensibilização em ordem aos Direitos Paroquiais de 2011 e anteriores. Lembrando os Preceitos da Igreja, que ensinam qual é a missão de todas as Famílias. Neste fim-de-semana vão ser distribuídos, em todas as Eucaristias, folhetos informativos sobre a Missão e Obrigação de todos os Paroquianos. No fundo da Igreja estão envelopes que levarão para casa. Aí colocarão os Direitos Paroquiais, que entregarão na Sacristia da Matriz ou no Cartório. Podem pedir o respetivo recibo para deduções fiscais. Basta colocar NIF – N. Identificação Fiscal, nome e morada exatos.

10.  Todas as Quintas feirasTodo o dia está o Senhor solenemente exposto na Igreja Paroquial. Convidam-se mais Adoradores, a inscreverem-se para “Vigiar uma Hora com Jesus”(Cf. Mt.26,41-42) «Nem sequer pudeste vigiar uma hora comigo! Vigiai e orai, para não cairdes em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é débil».

11. Dia Mundial do Doente – Dia 11 de Fevereiro: “Vai e faz tu o mesmo também”(Lc. 10,37). O Pároco, saúda todos os Doentes e suas Famílias. Aos Casais, Noivos e Famílias, uma feliz semana, sempre a partir da Eucaristia. 

 

 

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                          Para ir registando e reservando disponibilidade

 

 

01  Leitores da Matriz-Reúnem dia 4 de Fev. às 21:30h

02  SPEC (Secretariado Paroquial Educação Cristã) - Reúne dia 5 às21:30h Cimo da Serra

03  Comissão Organizadora Compasso, responsáveis das Cruzes-Reúnem 6 de Feve.21:30h

04  MEC(Ministros Extraordinários da Comunhão)-Reúnem todos dia 6 às 21:30h

05  Acólitos da Matriz-Reúnem dia 6 às 21:30h

06  CAE(Conselho Económico)-Reúnem dia 7às 21:30h

07  Carnaval na Tenda da Amizade-Dia  0 9  de Fevereiro. Inscrições na Sacristia, até ao dia 3.

08  Cinzas e Inicio da Caminha Pascal-Dia 13 de Fevereiro, Missa na Matriz, às 08,30 e 21,00h. NESTE DIA NÃO HÁ MISSA ANO MONTE CRASTO.

09  Ano 2017 Centenário da Senhora do Rosário de Fátima. Tema do próximo Ano 2013: «Não tenhais medo»

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C O N T A C T O S     E     I N F O R M A Ç Õ E S     GERAIS     DA     PARÓQUIA

 

HORÁRIO DA IGREJA - TODOS OS DIAS

De Terça a Sexta - das 7,30 – às 11 H; das 14 – às 17:30H

Sábado e Segunda – 8h às 11h das 14:30 às 17:30h

HORÁRIO DE ATENDIMENTO NO CARTÓRIO

                De Terça a Sexta das - 17:00 ÀS 19:30H

MATRIZ   -   MORADA DA PARÓQUIA

                                   Igreja Paroquial de Gondomar /S. Cosme

                                   Largo João Paulo II, 95/99

4420 – 167 GONDOMAR

 

                             TELEFONES:  +351 22 483 43 08  -  +351 22 464 43 20

      

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EVANGELHO Lc 1,1-4;4,14-21



Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas


Já que muitos empreenderam narrar os factos que se realizaram entre nós, como no-los transmitiram os que, desde o início, foram testemunhas oculares e ministros da palavra, também eu resolvi, depois de ter investigado cuidadosamente tudo desde as origens, escrevê-las para ti, ilustre Teófilo, para que tenhas conhecimento seguro do que te foi ensinado. Naquele tempo, Jesus voltou da Galileia, com a força do Espírito, e a sua fama propagou-se por toda a região. Ensinava nas sinagogas e era elogiado por todos. Foi então a Nazaré, onde Se tinha criado. Segundo o seu costume, entrou na sinagoga a um sábado e levantou-Se para fazer a leitura. Entregaram-Lhe o livro do profeta Isaías e, ao abrir o livro, encontrou a passagem em que estava escrito: «O Espírito do Senhor está sobre mim, porque Ele me ungiu para anunciar a boa nova aos pobres. Ele me enviou a proclamar a redenção aos cativos e a vista aos cegos, a restituir a liberdade aos oprimidos e a proclamar o ano da graça do Senhor». Depois enrolou o livro, entregou-o ao ajudante e sentou-Se. Estavam fixos em Jesus os olhos de toda a sinagoga. Começou então a dizer-lhes: «Cumpriu-se hoje mesmo esta passagem da Escritura que acabais de ouvir». Palavra da salvação.

 

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE BENTO XVI
PARA O XXI DIA MUNDIAL DO DOENTE

(11 DE FEVEREIRO DE 2013)

 

«Vai e faz tu também o mesmo» (Lc 10, 37)

 Amados irmãos e irmãs!

1. No dia 11 de Fevereiro de 2013, memória litúrgica de Nossa Senhora de Lourdes, celebrar-se-á de forma solene, no Santuário mariano de Altötting, o XXI Dia Mundial do Doente. Este dia constitui, para os doentes, os operadores sanitários, os fiéis cristãos e todas as pessoas de boa vontade, «um momento forte de oração, de partilha, de oferta do sofrimento pelo bem da Igreja e de apelo dirigido a todos para reconhecerem na face do irmão enfermo a Santa Face de Cristo que, sofrendo, morrendo e ressuscitando, operou a salvação da humanidade» (João Paulo II, Carta de instituição do Dia Mundial do Doente, 13 de Maio de 1992, 3). Nesta circunstância, sinto-me particularmente unido a cada um de vós, amados doentes, que, nos locais de assistência e tratamento ou mesmo em casa, viveis um tempo difícil de provação por causa da doença e do sofrimento. Que cheguem a todos estas palavras tranquilizadoras dos Padres do Concílio Ecuménico Vaticano II: «Sabei que não estais (…) abandonados, nem sois inúteis: vós sois chamados por Cristo, a sua imagem viva e transparente» (Mensagem aos pobres, aos doentes e a todos os que sofrem).

2. Para vos acompanhar na peregrinação espiritual que nos leva de Lourdes, lugar e símbolo de esperança e de graça, ao Santuário de Altötting, desejo propor à vossa reflexão a figura emblemática do Bom Samaritano (cf. Lc 10, 25-37). A parábola evangélica narrada por São Lucas faz parte duma série de imagens e narrações tomadas da vida diária, pelas quais Jesus quer fazer compreender o amor profundo de Deus por cada ser humano, especialmente quando se encontra na doença e no sofrimento. Ao mesmo tempo, porém, com as palavras finais da parábola do Bom Samaritano – «Vai e faz tu também o mesmo» (Lc 10, 37) –, o Senhor indica qual é a atitude que cada um dos seus discípulos deve ter para com os outros, particularmente se necessitados de cuidados. Trata-se, por conseguinte, de auferir do amor infinito de Deus, através de um intenso relacionamento com Ele na oração, a força para viver diariamente uma solicitude concreta, como o Bom Samaritano, por quem está ferido no corpo e no espírito, por quem pede ajuda, ainda que desconhecido e sem recursos. Isto vale não só para os agentes pastorais e sanitários, mas para todos, incluindo o próprio enfermo, que pode viver a sua condição numa perspectiva de fé: «Não é o evitar o sofrimento, a fuga diante da dor que cura o homem, mas a capacidade de aceitar a tribulação e nela amadurecer, de encontrar o seu sentido através da união com Cristo, que sofreu com infinito amor» (Enc. Spe salvi, 37).

3. Diversos Padres da Igreja viram, na figura do Bom Samaritano, o próprio Jesus e, no homem que caiu nas mãos dos salteadores, Adão, a humanidade extraviada e ferida pelo seu pecado (cf. Orígenes, Homilia sobre o Evangelho de Lucas XXXIV, 1-9; Ambrósio, Comentário ao Evangelho de São Lucas, 71-84; Agostinho, Sermão 171). Jesus é o Filho de Deus, Aquele que torna presente o amor do Pai: amor fiel, eterno, sem barreiras nem fronteiras; mas é também Aquele que «Se despoja» da sua «veste divina», que baixa da sua «condição» divina para assumir forma humana (cf. Flp 2, 6-8) e aproximar-Se do sofrimento do homem até ao ponto de descer à mansão dos mortos, como dizemos no Credo, levando esperança e luz. Ele não Se vale da sua igualdade com Deus, do seu ser Deus (cf. Flp 2, 6), mas inclina-Se, cheio de misericórdia, sobre o abismo do sofrimento humano, para nele derramar o óleo da consolação e o vinho da esperança.

4. O Ano da fé, que estamos a viver, constitui uma ocasião propícia para se intensificar o serviço da caridade nas nossas comunidades eclesiais, de modo que cada um seja bom samaritano para o outro, para quem vive ao nosso lado. A propósito, desejo recordar algumas figuras, dentre as inúmeras na história da Igreja, que ajudaram as pessoas doentes a valorizar o sofrimento no plano humano e espiritual, para que sirvam de exemplo e estímulo. Santa Teresa do Menino Jesus e da Santa Face, «perita da scientia amoris» (João Paulo II, Carta ap. Novo millennio ineunte, 42), soube viver «em profunda união com a Paixão de Jesus» a doença que a levou «à morte através de grandes sofrimentos» (Audiência Geral, 6 de Abril de 2011). O Venerável Luís Novarese, de quem muitos conservam ainda hoje viva a memória, no exercício do seu ministério sentiu de modo particular a importância da oração pelos e com os doentes e atribulados, que acompanhava frequentemente aos santuários marianos, especialmente à gruta de Lourdes. Movido pela caridade para com o próximo, Raul Follereau dedicou a sua vida ao cuidado das pessoas leprosas mesmo nos cantos mais remotos da terra, promovendo entre outras coisas o Dia Mundial contra a Lepra. A Beata Teresa de Calcutá começava sempre o seu dia encontrando Jesus na Eucaristia e depois saía pelas estradas com o rosário na mão para encontrar e servir o Senhor presente nos enfermos, especialmente naqueles que não são «queridos, nem amados, nem assistidos». Santa Ana Schäffer, de Mindelstetten, soube, também ela, unir de modo exemplar os seus sofrimentos aos de Cristo: «o seu quarto de enferma transformou-se numa cela conventual, e o seu sofrimento em serviço missionário. (...) Fortalecida pela comunhão diária, tornou-se uma intercessora incansável através da oração e um espelho do amor de Deus para as numerosas pessoas que procuravam conselho» (Homilia de canonização, 21 de Outubro de 2012). No Evangelho, sobressai a figura da Bem-aventurada Virgem Maria, que segue o sofrimento do Filho até ao sacrifício supremo no Gólgota. Ela não perde jamais a esperança na vitória de Deus sobre o mal, o sofrimento e a morte, e sabe acolher, com o mesmo abraço de fé e de amor, o Filho de Deus nascido na gruta de Belém e morto na cruz. A sua confiança firme no poder de Deus é iluminada pela Ressurreição de Cristo, que dá esperança a quem se encontra no sofrimento e renova a certeza da proximidade e consolação do Senhor.

5. Por fim, quero dirigir um pensamento de viva gratidão e de encorajamento às instituições sanitárias católicas e à própria sociedade civil, às dioceses, às comunidades cristãs, às famílias religiosas comprometidas na pastoral sanitária, às associações dos operadores sanitários e do voluntariado. Possa crescer em todos a consciência de que, «ao aceitar amorosa e generosamente toda a vida humana, sobretudo se frágil e doente, a Igreja vive hoje um momento fundamental da sua missão» (João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Christifideles laici, 38).

Confio este XXI Dia Mundial do Doente à intercessão da Santíssima Virgem Maria das Graças venerada em Altötting, para que acompanhe sempre a humanidade que sofre, à procura de alívio e de esperança firme, e ajude todos quantos estão envolvidos no apostolado da misericórdia a tornar-se bons samaritanos para os seus irmãos e irmãs provados pela enfermidade e o sofrimento, enquanto de bom grado concedo a Bênção Apostólica.

Vaticano, 2 de Janeiro de 2013.

 BENEDICTUS PP XVI 

© Copyright 2013 - Libreria Editrice Vaticana

 

 

 

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