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29-Informação Paroquial de 26 de Agosto a 02 de Setembro 2012 Imprimir EMail

 


INFORMAÇÃO PAROQUIAL

DE 26 de AGOSTO a 02 de setembro DE 2012

 

ACONTECE ESTA SEMANA:

de 26 de Agosto a 02 Setembro de 2012

 

1.     FESTA PAROQUIAL EM HONRA DO SENHOR DOS AFLITOS - Este Domingo, NA Capela do Calvário. Toda a Comunidade está convocada.

a.    Às 11:00h, Missa Solene.

b.    Às 17:00h, Procissão, pelas ruas circundantes. Colchas nas varandas e todos se devem incorporar na Procissão.

c.    SegundaFeira – às 10:00h -  Missa Ação de Graças às, por todos Benfeitores.

2.     Animadores da Peregrinação a Fátima – Reúnem Dia 28 de Agosto, às 21,30h.

3.     Animadores do Crisma-11.º Ano – Reúnem Dia 28 de Agosto, 21,30h-Salão.

4.     FESTAS N.Sª. SRª. DO ROSÁRIO – Peditório por toda a Paróquia a partir do dia 1 de Setembro. Os irmãos da Confraria do Rosário, vão começar o peditório porta a porta, para a Festa Nossa Senhora do Rosário, S.Cosme e S.Damião, dentro das nossas possibilidades, sejamos bons acolhedores. A Sra. Rosário e os nossos Padroeiros, alcancem para todos os Bens.

5.     Missas na Igreja Paroquial:

a.    Sábado - Dia 1 Setembro

1.    Missa:  16:30h e 19:00h

b.    Domingo - Dia 2 Setembro

1.    Missas:  07:30h - 09:30h

DOMINGO - Dia 02 - N Ã O   H Á   M I S S A 

 

            à s   1 1:00h  e  à s  19:00h.

 

6.     PEREGRINAÇÃO PAROQUIAL A FÁTIMA – Dia 02 de Setembro, partida Largo da Feira às 07:00h.

 

ACONTECERÁ PROXIMAMENTE,

para toda a Comunidade

 

7.     LEITORES – Reúnem Segunda – feira, dia 03, às 21:30h, no Salão Paroquial.

8.     SEPEC(Secretariado da Educação Paroquial da Catequese) – Reúne Dia 4 de Setembro, às 21:30h, na Matriz.

9.     GEOP(Grupo Executivo das Obras Paroquiais) – Reúne Dia 05 de Setembro, às 21,30h.

10.  PROCISSÃO DE VELAS DO MONTE CRASTO PARA MATRIZ-Dia 7 Setembro às 21:30h.

11.  BENÇÃO MÃES GRÁVIDASMatriz, dia 8 Setembro na Missa das 19:00h. Fazer Inscrição na Sacristia da Igreja Matriz. No final, podem conviver e jantar na Tenda da Amizade.

12.    PRÓXIMO CONVIVIO NA TENDA DA AMIZADE - Aguiar dia 8 de Setembro. Feirinha logo pela manhã. Serve-se Almoço para fora. Na Missa das 16:30h na Matriz, estará toda a Catequese de Aguiar. Seguindo-se Merenda-Convívio e Animação com algumas Surpresas. Venham todos conviver. Traga um vizinho, um amigo. Vamos recomeçar os Convívios na Tenda com a alegria e nobre entusiasmo do Povo de Aguiar. Contribuindo, assim todos para a Unidade Paroquial e as Obras da Capela Ressurreição.

13. Entrada do Padre Pedro, nas Seis Paróquias de Arouca:

a.   DOMINGO – DIA 09 DE SETEMBRO

·        14,30h – Paróquia de Espiúnca;

·        16,00h – Paróquia de Canelas;

·        17,30h – Paróquia de Moldes 

b.   DOMINGO – DIA 16 DE SETEMBRO

·        08,30H – Janarde;

·        10,00h – Cabreiros;

·        11,30h – Albergaria da Serra

 

Toda a Comunidade Paroquial de Gondomar está convidada a acompanhar e estar com o Padre Pedro, nesta nova Missão que vai abraçar.

14.  .

OBRAS NA CAPELA DA RESSURREIÇÃO – Como está patente, a Capela da Ressurreição necessita de obras, necessárias e urgentes. Todos os Paroquianos devem estar informados e sensíveis para este investimento. Assim, neste Ano 2012, o Conselho dos Assuntos Económicos com a Confraria das Almas e o GEOP (Grupo executivo das Obras Paroquiais), o Bar da Amizade e toda a campanha dos eventos da Tenda da Amizade, com o apoio de Benfeitores e Entidades, com a cooperação de todos os paroquianos iremos canalizar todas as Receitas para este fim. Terminadas e pagas as Obras da Capela da Ressurreição, neste ano, como prevemos, retomamos a nossa caminhada para a Conclusão do Centro Pastoral Paroquial.

 

Pode também acompanhar a vida da nossa Comunidade e melhor vir às Celebrações e Eventos, em http://goo.gl/TFvOS Experimente o link.

DOMINGO 26 DE AGOSTO DE 2012

DOMINGO XXI DO TEMPO COMUM ANO – B

 

ALELUIA cf. Jo 6, 63c.68c
Refrão: Aleluia. Repete-se
As vossas palavras, Senhor, são espírito e vida:
Vós tendes palavras de vida eterna.
Refrão


EVANGELHO Jo 6, 60-69
«Para quem iremos, Senhor?
Tu tens palavras de vida eterna»



O discurso de Jesus sobre o Pão da Vida desiludiu muitos discípulos, que, por isso, se afastaram. Jesus tenta explicar o sentido espiritual das suas palavras, que, sem deixarem de dizer o que querem dizer, vão mais além do que aquilo que à primeira vista parecem dizer. Essas palavras são espírito e vida. São palavras que levam à fé. E é esta fé que S. Pedro acaba por professar. Assim, o discurso sobre o Pão da vida termina, como sempre as narrações de S. João, com um solene acto de fé.



Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo

segundo São João


Naquele tempo, muitos discípulos, ao ouvirem Jesus, disseram: «Estas palavras são duras. Quem pode escutá-las?». Jesus, conhecendo interiormente que os discípulos murmuravam por causa disso, perguntou-lhes: «Isto escandaliza-vos? E se virdes o Filho do homem subir para onde estava anteriormente? O espírito é que dá vida, a carne não serve de nada. As palavras que Eu vos disse são espírito e vida. Mas, entre vós, há alguns que não acreditam». Na verdade, Jesus bem sabia, desde o início, quais eram os que não acreditavam e quem era aquele que O havia de entregar. E acrescentou: «Por isso é que vos disse: Ninguém pode vir a Mim, se não lhe for concedido por meu Pai». A partir de então, muitos dos discípulos afastaram-se e já não andavam com Ele. Jesus disse aos Doze: «Também vós quereis ir embora?». Respondeu-Lhe Simão Pedro: «Para quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna. Nós acreditamos e sabemos que Tu és o Santo de Deus». Palavra da salvação.

IGREJA  VIVA

Ano da Fé – Indicações práticas para a sua vivência em toda a Igreja.

CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ

Nota com indicações pastorais

para o Ano da Fé

 INTRODUÇÃO

Com a Carta apostólica Porta fidei de 11 de outubro de 2011, o Santo Padre Bento XVI convocou um Ano da Fé. Ele começará no dia 11 de outubro 2012, por ocasião do qüinquagésimo aniversário da abertura do Concílio Ecumênico Vaticano II, e terminará aos 24 de novembro de 2013, Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo.

Este ano será uma ocasião propícia a fim de que todos os fiéis compreendam mais profundamente que o fundamento da fé cristã é “o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo”. [1] Fundamentada no encontro com Jesus Cristo ressuscitado, a fé poderá ser redescoberta na sua integridade e em todo o seu esplendor. “Também nos nossos dias a fé é um dom que se deve redescobrir, cultivar e testemunhar” para que o Senhor “conceda a cada um de nós viver a beleza e a alegria de sermos cristãos”[2].

O início do Ano da Fé coincide com a grata recordação de dois grandes eventos que marcaram a face da Igreja nos nossos dias: o qüinquagésimo aniversário da abertura do Concílio Vaticano II, desejado pelo beato João XXIII (11 de outubro de 1962), e o vigésimo aniversário da promulgação do Catecismo da Igreja Católica, oferecido à Igreja pelo beato João Paulo II (11 de outubro de 1992).

O Concílio, segundo o Papa João XXIII, quis “transmitir pura e íntegra a doutrina, sem atenuações nem subterfúgios”, empenhando-se para que “esta doutrina certa e imutável, que deve ser fielmente respeitada, seja aprofundada e exposta de forma a responder às exigências do nosso tempo”[3]. A este propósito, continua sendo de importância decisiva o início da Constituição dogmática Lumen gentium: “A luz dos povos é Cristo: por isso, este sagrado Concílio, reunido no Espírito Santo, deseja ardentemente iluminar com a Sua luz, que resplandece no rosto da Igreja, todos os homens, anunciando o Evangelho a toda a criatura (cfr. Mc. 16,15)”[4]. A partir da luz de Cristo, que purifica, ilumina e santifica na celebração da sagrada liturgia (cf. Constituição Sacrosanctum Concilium) e com a sua palavra divina (cf. Constituição dogmática Dei Verbum), o Concílio quis aprofundar a natureza íntima da Igreja (cf. Constituição dogmática Lumen gentium) e a sua relação com o mundo contemporâneo (cf. Constituição pastoral Gaudium et spes). Ao redor das suas quatro Constituições, verdadeiras pilastras do Concílio, se agrupam as Declarações e os Decretos, que enfrentam alguns dos maiores desafios do tempo.

Depois do Concílio, a Igreja se empenhou na assimilação (receptio) e na aplicação do seu rico ensinamento, em continuidade com toda a Tradição, sob a guia segura do Magistério. A fim de favorecer a correta assimilação do Concílio, os Sumos Pontífices convocaram amiúde o Sínodo dos Bispos[5], instituído pelo Servo de Deus Paulo VI em 1965, propondo à Igreja orientações claras por meio das diversas Exortações apostólicas pós-sinodais. A próxima Assembléia Geral do Sínodo dos Bispos, no mês de outubro de 2012, terá como tema: A nova evangelização para a transmissão da fé cristã.

Desde o começo do seu pontificado, o Papa Bento XVI se empenhou de maneira decisiva por uma correta compreensão do Concílio, rechaçando como errônea a assim chamada “hermenêutica da descontinuidade e da ruptura” e promovendo aquele que ele mesmo chamou de “’hermenêutica da reforma’”, da renovação na continuidade do único sujeito-Igreja, que o Senhor nos concedeu; é um sujeito que cresce no tempo e se desenvolve, permanecendo porém sempre o mesmo, único sujeito do Povo de Deus a caminho”[6]. …

(Continua no próximo).

Roma, da Sede da Congregação para a Doutrina da Fé, aos 6 de janeiro de 2012, Solenidade da Epifania do Senhor.

WILLIAM Card. LEVADA
Prefeito

+ LUIS F. LADARIA, S.I.
Arcebispo titular de Thibica
Secretário


 [1] Bento XVI, Carta Enc. Deus caritas est, 25 de dezembro de 2005, n. 1.

[2] Id., Homilia na Festa do Batismo do Senhor, 10 de janeiro 2010.

[3] João XXIII, Discurso de solene abertura do Concílio Ecumênico Vaticano II, 11 de outubro de 1962.

[4] Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, n. 1.

[5] As assembléias Ordinárias do Sínodo dos Bispos trataram os seguintes temas: A preservação e o fortalecimento da fé católica, a sua integridade, o seu vigor, o seu desenvolvimento, a sua coerência doutrinal e histórica (1967), O sacerdócio ministerial e a justiça no mundo (1971), A evangelização no mundo moderno (1974), A catequese no nosso tempo (1977), A família cristã (1980), A penitência e a reconciliação na missão da Igreja (1983), A vocação e a missão dos leigos na Igreja e no mundo (1987), A formação dos sacerdotes nas circunstâncias atuais (1991), A vida consagrada e a sua missão na Igreja e no mundo (1994), O Bispo: servidor do Evangelho de Jesus Cristo para a esperança do mundo (2001), A Eucaristia: fonte e ápice da vida e da missão da Igreja (2005), A Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja (2008).

[6] Bento XVI, Discurso à Cúria Romana, 22 de dezembro de 2005.

[7] Id. Carta ap. Porta fidei, n. 4.

[8] João Paulo II, Discurso de conclusão da II Assembléia Extraordinária do Sínodo dos Bispos, 7 de dezembro de 1985, n. 6. O próprio Sumo Pontífice, na fase inicial do mesmo Sínodo, durante o Ângelus de 24 de novembro de 1985, dizia: “A fé é o princípio fundamental, é o cardo, o critério essencial da renovação querida pelo Concílio. Da fé deriva a norma, o estilo de vida, a orientação prática em qualquer circunstância”.

[9] Id., Const. ap. Fidei depositum, 11 de outubro de 1992, n. 2.

[10] Ibid., n. 3

[11] Ibid., n. 4.

[12] Bento XVI, Carta ap. Porta fidei, n. 11.

[13] Id. Discurso aos participantes do Encontro promovido pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, 15 de outubro de 2011.

[14] Id. Carta ap. Porta fidei, n. 7.

[15] Cf. ibid., n. 12

[16] Este Comitê, constituído junto à Congregação para a Doutrina da Fé por mandato do Santo Padre Bento XVI, contará entre seus membros: os Cardeais William Levada, Francis Arinze, Ângelo Bagnasco, Ivan Dias, Francis E. George, Zenon Grocholewski, Marc Ouellet, Mauro Piacenza, Jean-Pierre Ricard, Staniław Ryłko e Christoph Schönborn; gli Arcivescovi Luis F. Ladaria e Salvatore Fisichella; i Vescovi Maria del Valle Moronta Rodriguez, Gerhard Ludwig Müller e Raffaello Martinelli.

[17] Catecismo da Igreja Católica, n. 150.

[18] Bento XVI, Carta ap. Porta fidei, n. 15.

[19] Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, n. 65.

[20] Bento XVI, Carta ap. Porta fidei, n. 13.

[21] Ibid., n. 6

[22] Conc. Ecum. Vat. II, Decr. Unitatis redintegratio, 1.

[23] As indicações oferecidas às Conferências Episcopais valem de modo análogo também para os Sínodos dos Bispos das Igrejas Patriarcais e Arquiepiscopais Maiores e para as Assembléias dos Hierarcas das Igrejas sui iuris.

[24] Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm. Lumen gentium, n. 25.

[25] Cf. Bento XVI, Carta ap. Porta fidei, n. 13.

[26] Ibid., n. 12.

[27]Cf. João Paulo II, Cons. Ap. Fidei depositum, n. 4.

[28] Bento XVI, Carta ap. Porta fidei, n. 8.

[29] Ibid., n. 12.

[30] Ibid., n. 10.

[31] Ibid., n. 9.

[32]Cf. Bento XVI, Exort. Ap. Pós-Sinodal Verbum Domini, 30 de setembro de 2010, nn. 59-60 e 74.

[33] Id., Carta ap. Porta fidei, n. 8.

[34] Conc. Ecum. Vat. II, Decr. Apostolicam actuositatem, n. 2.

[35] Cf. Bento XVI, Carta ap. Porta fidei, n. 14.

[36] Conc. Ecum. Vat. II, Cost. Past. Gaudium et spes, n. 1.

[37] Bento XVI, Carta ap. Porta fidei, n. 15. 

 

                       

 

 

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