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14-Informação Paroquial de 01 a 08 de Abril 2012 Imprimir EMail

 

            INFORMAÇÃO PAROQUIAL DE 01 a 08 DE abril 2012

 

ACONTECE ESTA SEMANA: 01a 08 de Abril de Abril 2012

 

1-     VISITADORES DE DOENTES – Reúnem dia 02 de Abril às 21.15h na Matriz.

2-     VIA – SACRA – Terça – Feira dia 03 de Abril, na Matriz a Cargo das 3 Confrarias da Paroquia, juntamente com os Movimentos, GAC; CAE E GEOP.

3-     CONFISSÕES DA CATEQEUSE DA MATRIZ: Dia 3 de Abril

1-        PARA A ADOLESCENCIA - Dia 03 de Abril às 09.30h na Matriz.

2-        PARA A INFÂNCIA - Dia 03 de Abril às 10.00h na Matriz.

4-     LEITORES – Reúnem dia 03 na Matriz às 21.30h.

5-     SPEC – Secretariado Paroquial da Educação Cristã – Reúnem dia 04 de Abril no Centro do Taralhão às 21.30h

6-     JORNAL CAMINHANDO – Reúne dia 04 de Abril às 21.30h

7-     GAC – Grupo de Animação Cultural – Reúne dia 10 às 21.30h

8-     MMF – Movimento da Mensagem de Fátima – Reúne dia 11 às 09.30 na Matriz

9-     MOVA – Movimento de Vida Ascendente – Reúne dia 11 às 15.00h na Matriz

10-  MISSA NO MONTE CRASTO – Como tem sido Habitual todos os dias 13 de cada mês, às 08.30h

11-  CONFISSÕES EM AGUIAR – Dia 13 de Abril às 18.30h para a Primeira Comunhão.

12-  ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES – Dia 13 de Abril às 21.00h na Matriz, Orienta o Movimento da Mensagem de Fátima.

13-  CONFISSÕES NA AZENHA – Dia 14 de Abril às 10.00h, para a Primeira Comunhão.

14-  MONTE CRASTO – Stº Isidoro – Dia 15 de Abril, Missa Solene em Honra de S. Isidoro às 11.00h.

15-  DADORES DE SANGUE – Vai realizar-se mais uma colheita de sangue no Pavilhão Multiusos de Gondomar. Dia 31 de Março das 09.00h às 12.30h; Dia 01 de Abril das 09.00h às 12.30h e no dia 04 de Abril das 16.00h às 19.30h.

 

A NOSSA COMUNIDADE - Nos Futuros Acontecimentos de todos:

 

VIA-SACRA COMUNITÁRIAComo têm sido Habitual todos os anos, na Sexta-Feira Santa às 21.00/21.30h. Partindo de todos os Centros da Paroquia, juntam-se na Matriz para depois seguirmos os Passos do Senhor até ao Calvário. Casais, Famílias, Juventude, toda a Catequese Paroquial, principalmente Adolescência e Juventude, vamos Participar.

 

 

A Liturgia deste Domingo V da Quaresma:      

 

 A Palavra de Deus – é farol semanal

 

L 1- Is 50, 4-7

Sal 21, 8-9; L2-Filip 2, 6-11

Ev Mc 14, 1-15, 47

 

Entramos na semana maior do Ano. Para ela nos preparamos. O Pároco deseja a todos as Famílias de São Cosme, uma fecunda Semana Santa, bom Tríduo Pascal, que nos levará concerteza a uma santa Páscoa. A todos os navegantes desta página, especialmente para si, português e emigrante, mais longe, saiba que pela fé e na comunhão em Jesus estamos muito unidos, especialmente nestes dias. Abraço fraterno para todos vós que nos visitais e acompanhais com vosso afecto neste sítio. Vosso Pároco, Irmão no Senhor: P. Alípio Barbosa

Podem acompanhar-nos também em:

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DOMINGO 01 DE ABRIL DE 2012

DOMINGO DE RAMOS NA PAIXÃO DO SENHOR (INICIO DA SEMANA SANTA) ANO – B

Evangelho segundo S. Marcos 14,1-72.15,1-47.

Faltavam só dois dias para a Páscoa e os Ázimos; os sumos-sacerdotes e os doutores da Lei procuravam maneira de capturar Jesus à traição e de o matar.
É que diziam: «Durante a festa não, para que o povo não se revolte.»
Jesus encontrava-se em Betânia, na casa de Simão, o leproso. Estando à mesa, chegou uma certa mulher que trazia um frasco de alabastro, com perfume de nardo puro de alto preço; partindo o frasco, derramou o perfume sobre a cabeça de Jesus.
Alguns, indignados, disseram entre si: «Para quê este desperdício de perfume?
Podia vender-se por mais de trezentos denários e dar-se o dinheiro aos pobres.» E censuravam-na.
Mas Jesus disse: «Deixai-a. Porque estais a atormentá-la? Praticou em mim uma boa acção!
Sempre tereis pobres entre vós e podereis fazer-lhes bem quando quiserdes; mas a mim, nem sempre me tereis.
Ela fez o que estava ao seu alcance: ungiu antecipadamente o meu corpo para a sepultura.
Em verdade vos digo: em qualquer parte do mundo onde for proclamado o Evangelho, há-de contar-se também, em sua memória, o que ela fez.»
Então, Judas Iscariotes, um dos Doze, foi ter com os sumos sacerdotes para lhes entregar Jesus.
Eles ouviram-no com satisfação e prometeram dar-lhe dinheiro. E Judas espreitava ocasião favorável para o entregar.
No primeiro dia dos Ázimos, quando se imolava a Páscoa, os discípulos perguntaram-lhe: «Onde queres que façamos os preparativos para comeres a Páscoa?»
Jesus enviou, então, dois dos seus discípulos e disse: «Ide à cidade e virá ao vosso encontro um homem trazendo um cântaro de água. Segui-o
e, onde ele entrar, dizei ao dono da casa: O Mestre manda dizer: 'Onde está a sala em que hei-de comer a Páscoa com os meus discípulos?’
Há-de mostrar-vos uma grande sala no andar de cima, mobilada e toda pronta. Fazei aí os preparativos.»
Os discípulos partiram e foram à cidade; encontraram tudo como Ele lhes dissera e prepararam a Páscoa.
Chegada a tarde, Jesus foi com os Doze.
Estavam à mesa a comer, quando disse: «Em verdade vos digo: um de vós há-de entregar-me, um que come comigo.»
Começaram a entristecer-se e a dizer-lhe um após outro: «Porventura sou eu?»
Jesus respondeu-lhes: «É um dos Doze, aquele que mete comigo a mão no prato.
Na verdade, o Filho do Homem segue o seu caminho, como está escrito a seu respeito; mas ai daquele por quem o Filho do Homem vai ser entregue! Melhor fora a esse homem não ter nascido!»
Enquanto comiam, tomou um pão e, depois de pronunciar a bênção, partiu-o e entregou-o aos discípulos dizendo: «Tomai: isto é o meu corpo.»
Depois, tomou o cálice, deu graças e entregou-lho. Todos beberam dele.
E Ele disse-lhes: «Isto é o meu sangue da aliança, que vai ser derramado por todos.
Em verdade vos digo: não voltarei a beber do fruto da videira até ao dia em que o beba, novo, no Reino de Deus.»
Após o canto dos salmos, saíram para o Monte das Oliveiras.
Jesus disse-lhes: «Todos ides aban-donar-me, pois está escrito: Ferirei o pastor e as ovelhas hão-de dispersar-se.
Mas, depois de Eu ressuscitar, hei-de preceder-vos a caminho da Galileia.»
Pedro disse: «Mesmo que todos venham a abandonar-te, eu não.»
E Jesus disse: «Em verdade te digo, que hoje, esta noite, antes de o galo cantar duas vezes, tu me terás negado três vezes.»
Mas ele insistia com mais ardor: «Mesmo que tenha de morrer contigo, não te negarei.» E todos afirmaram o mesmo.
Chegaram a uma propriedade chamada Getsémani, e Jesus disse aos discípulos: «Ficai aqui enquanto Eu vou orar.»
Tomando consigo Pedro, Tiago e João, começou a sentir pavor e a angustiar-se.
E disse-lhes: «A minha alma está numa tristeza mortal; ficai aqui e vigiai.»
Adiantando-se um pouco, caiu por terra e orou para que, se possível, passasse dele aquela hora.
E dizia: «Abbá, Pai, tudo te é possível; afasta de mim este cálice! Mas não se faça o que Eu quero, e sim o que Tu queres.»
Depois, foi ter com os discípulos, encontrou-os a dormir e disse a Pedro: «Simão, dormes? Nem uma hora pudeste vigiar!
Vigiai e orai, para não cederdes à tentação; o espírito está cheio de ardor, mas a carne é débil.»
Retirou-se de novo e orou, dizendo as mesmas palavras.
E, voltando de novo, encontrou-os a dormir, pois os seus olhos estavam pesados; e não sabiam que responder-lhe.
Voltou pela terceira vez e disse-lhes: «Dormi agora e descansai! Pois bem, chegou a hora. Eis que o Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos pecadores.
Levantai-vos! Vamos! Eis que chega o que me vai entregar.»
E logo, ainda Ele estava a falar, chegou Judas, um dos Doze, e, com ele, muito povo com espadas e varapaus, da parte dos sumos sacerdotes, dos doutores da Lei e dos anciãos.
Ora, o que o ia entregar tinha-lhes dado este sinal: «Aquele que eu beijar é esse mesmo; prendei-o e levai-o bem guardado.»
Mal chegou, aproximou-se de Jesus, dizendo: «Mestre!»; e beijou-o.
Os outros deitaram-lhe as mãos e prenderam-no.
Então, um dos que estavam presentes, puxando da espada, feriu o criado do Sumo Sacerdote e cortou-lhe uma orelha.
E tomando a palavra, Jesus disse-lhes: «Como se eu fosse um salteador, viestes com espadas e varapaus para me prender!
Estava todos os dias junto de vós, no templo, a ensinar, e não me prendestes; mas é para se cumprirem as Escrituras.»
Então, os discípulos, deixando-o, fugiram todos.
Um certo jovem, que o seguia envolto apenas num lençol, foi preso;
mas ele, deixando o lençol, fugiu nu.
Conduziram Jesus a casa do Sumo Sacerdote, onde se juntaram todos os sumos sacerdotes, os anciãos e os doutores da Lei.
E Pedro tinha-o seguido de longe até dentro do palácio do Sumo Sacerdote, onde se sentou com os guardas a aquecer-se ao lume.
Ora os sumos sacerdotes e todo o Sinédrio procuravam um testemunho contra Jesus a fim de lhe dar a morte, mas não o encontravam;
de facto, muitos testemunharam falsamente contra Ele, mas os testemunhos não eram coincidentes.
E alguns ergueram-se e proferiram contra Ele este falso testemunho:
«Ouvimo-lo dizer: 'Demolirei este templo construído pela mão dos homens e, em três dias, edificarei outro que não será feito pela mão dos homens.’»
Mas nem assim o depoimento deles concordava.
Então, o Sumo Sacerdote ergueu-se no meio da assembleia e interrogou Jesus: «Não respondes nada ao que estes testemunham contra ti?»
Mas Ele continuava em silêncio e nada respondia. O Sumo Sacerdote voltou a interrogá-lo: «És Tu o Messias, o Filho do Deus Bendito?»
Jesus respondeu: «Eu sou. E vereis o Filho do Homem sentado à direita do Poder e vir sobre as nuvens do céu.»
O Sumo Sacerdote rasgou, então, as suas vestes e disse: «Que necessidade temos ainda de testemunhas?
Ouvistes a blasfémia! Que vos parece?» E todos sentenciavam que Ele era réu de morte.
Depois, alguns começaram a cuspir-lhe, a cobrir-lhe o rosto com um véu e, batendo-lhe, a dizer: «Profetiza!» E os guardas davam-lhe bofetadas.
Estando Pedro em baixo, no pátio, chegou uma das criadas do Sumo Sacerdote
e, vendo Pedro a aquecer-se, fixou nele o olhar e disse-lhe: «Tu também estavas com Jesus, o Nazareno.»
Mas ele negou, dizendo: «Não sei nem entendo o que dizes.» Depois, saiu para o átrio e um galo cantou.
A criada, vendo-o de novo, começou a dizer aos que ali estavam: «Este é um deles.»
Mas ele negou outra vez. Pouco depois, os presentes disseram de novo a Pedro: «Com certeza que és um deles, pois também és galileu.»
Ele começou, então, a dizer imprecações e a jurar: «Não conheço esse homem de quem falais!»
E logo cantou o galo pela segunda vez. Pedro recordou-se, então, das palavras de Jesus: «Antes de o galo cantar duas vezes, tu me terás negado três vezes.» E desatou a chorar.
Logo de manhã, os sumos sacerdotes reuniram-se em conselho com os anciãos e os doutores da Lei e todo o Sinédrio; e, tendo manietado Jesus, levaram-no e entregaram-no a Pilatos.
Perguntou-lhe Pilatos: «És Tu o rei dos Judeus?» Jesus respondeu-lhe: «Tu o dizes.»
Os sumos sacerdotes acusavam-no de muitas coisas.
Pilatos interrogou-o de novo, dizendo: «Não respondes nada? Vê de quantas coisas és acusado!»
Mas Jesus nada mais respondeu, de modo que Pilatos estava estupefacto.
Ora, em cada festa, Pilatos costumava soltar-lhes um preso que eles pedissem.
Havia um, chamado Barrabás, preso com os insurrectos que tinham cometido um assassínio durante a revolta.
A multidão chegou e começou a pedir-lhe o que ele costumava conceder.
Pilatos, respondendo, disse: «Quereis que vos solte o rei dos judeus?»
Porque sabia que era por inveja que os sumos sacerdotes o tinham entregado.
Os sumos sacerdotes, porém, instigaram a multidão a pedir que lhes soltasse, de preferência, Barrabás.
Tomando novamente a palavra, Pilatos disse-lhes: «Então que quereis que faça daquele a quem chamais rei dos judeus?»
Eles gritaram novamente: «Crucifica-o!»
Pilatos insistiu: «Que fez Ele de mal?» Mas eles gritaram ainda mais: «Crucifica-o!»
Pilatos, desejando agradar à multidão, soltou-lhes Barrabás; e, depois de mandar flagelar Jesus, entregou-o para ser crucificado.
Os soldados levaram-no para dentro do pátio, isto é, para o pretório, e convocaram toda a coorte.
Revestiram-no de um manto de púrpura e puseram-lhe uma coroa de espinhos, que tinham entretecido.
Depois, começaram a saudá-lo: «Salve! Ó rei dos judeus!»
Batiam-lhe na cabeça com uma cana, cuspiam sobre Ele e, dobrando os joelhos, prostravam-se diante dele.
Depois de o terem escarnecido, tiraram-lhe o manto de púrpura e revestiram-no das suas vestes. Levaram-no, então, para o crucificar.
Para lhe levar a cruz, requisitaram um homem que passava por ali ao regressar dos campos, um tal Simão de Cirene, pai de Alexandre e de Rufo.
E conduziram-no ao lugar do Gólgota, que quer dizer 'lugar do Crânio’.
Queriam dar-lhe vinho misturado com mirra, mas Ele não quis beber.
Depois, crucificaram-no e repartiram entre si as suas vestes, tirando-as à sorte, para ver o que cabia a cada um.
Eram umas nove horas da manhã, quando o crucificaram.
Na inscrição com a condenação, lia-se: «O rei dos judeus.»
Com Ele crucificaram dois ladrões, um à sua direita e o outro à sua esquerda.
Deste modo, cumpriu-se a passagem da Escritura que diz: Foi contado entre os malfeitores.
Os que passavam injuriavam-no e, abanando a cabeça, diziam: «Olha o que destrói o templo e o reconstrói em três dias!
Salva-te a ti mesmo, descendo da cruz!»
Da mesma forma, os sumos sacerdotes e os doutores da Lei troçavam dele entre si: «Salvou os outros mas não pode salvar-se a si mesmo!
O Messias, o Rei de Israel! Desça agora da cruz para nós vermos e acreditarmos!» Até os que estavam crucificados com Ele o injuriavam.
Ao chegar o meio-dia, fez-se trevas por toda a terra, até às três da tarde.
E às três da tarde, Jesus exclamou em alta voz: «Eloí, Eloí, lemá sabachtáni?», que quer dizer: Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste?
Ao ouvi-lo, alguns que estavam ali disseram: «Está a chamar por Elias!»
Um deles correu a embeber uma esponja em vinagre, pô-la numa cana e deu-lhe de beber, dizendo: «Esperemos, a ver se Elias vem tirá-lo dali.»
Mas Jesus, com um grito forte, expirou.
E o véu do templo rasgou-se em dois, de alto a baixo.
O centurião que estava em frente dele, ao vê-lo expirar daquela maneira, disse: «Verdadeiramente este homem era Filho de Deus!»
Também ali estavam algumas mulheres a contemplar de longe; entre elas, Maria de Magdala, Maria, mãe de Tiago Menor e de José, e Salomé,
que o seguiam e serviam quando Ele estava na Galileia; e muitas outras que tinham subido com Ele a Jerusalém.
Ao cair da tarde, visto ser a Preparação, isto é, véspera do sábado,
José de Arimateia, respeitável membro do Conselho que também esperava o Reino de Deus, foi corajosamente procurar Pilatos e pediu-lhe o corpo de Jesus.
Pilatos espantou-se por Ele já estar morto e, mandando chamar o centurião, perguntou-lhe se já tinha morrido há muito.
Informado pelo centurião, Pilatos ordenou que o corpo fosse entregue a José.
Este, depois de comprar um lençol, desceu o corpo da cruz e envolveu-o nele. Em seguida, depositou-o num sepulcro cavado na rocha e rolou uma pedra sobre a entrada do sepulcro.
Maria de Magdala e Maria, mãe de José, observavam onde o depositaram.

PALAVRA DA SALVAÇÃO

 

IGREJA VIVA

SEMANA SANTA na MATRIZ 

2012

 

DOMINGO DE RAMOS NA PAIXÃO DO SENHOR:

 

DOMINGO- 01 Abril – Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor

 O Domingo de Ramos abre por excelência a Semana Santa. Relembramos e celebramos a entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, poucos dias antes de sofrer a Paixão, Morte e Ressurreição. Este domingo é chamado assim porque o povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão onde Jesus passava montado num jumento. Com folhas de palmeiras nas mãos, o povo o aclamava “Rei dos Judeus”, “Hosana ao Filho de Davi”, “Salve o Messias”... E assim, Jesus entra triunfante em Jerusalém despertando nos sacerdotes e mestres da lei muita inveja, desconfiança, medo de perder o poder. Começa então uma trama para condenar Jesus à morte e morte de cruz.  

 


Quinta feira santa - Na Sé do Porto - Igreja Mãe da Diocese - 10h

 

Onde o nosso Bispo consagra os santos Óleos, e os Sacerdotes e os Diáconos renovamos seus compromissos sacerdotais. Estes Óleos vão depois para as Paróquias. Na nossa Paróquia, como habitualmente faremos a receção e colocação dos Óleos sagrados na Ceia do Senhor, deste Dia.

 

                            

SAGRADO TRIDUO – PASCAL

 

INICIO DO SAGRADO TRÍDUO PASCAL NA

 

QUINTA-FEIRA DIA 05 DE ABRIL

21:30H – MISSA DA CEIA DO SENHOR, COM LAVA-PÉS.

Jesus está com os discípulos em torno da mesa. Conhece profundamente cada um deles e com eles celebra a Ceia Pascal. O Seu gesto profundo de amor e de entrega orienta os discípulos na sua missão e dá uma nova orientação de vida. Marcados por essa atitude de infinito amor de Cristo pela humanidade, amor que salva e que liberta, só poderemos, como cristãos, também ser sinais vivos desse seu amor. Cabe, pois, a cada um de nós estender nossas mãos para que o outro possa se levantar e caminhar junto.

 

I - SEXTA – FEIRA SANTA - DIA 06 - Primeiro Dia do Triduo

            15:00H - PAIXÃO DO SENHOR.

            21:00//21:30H - Via Sacra dos Centros, até ao Calvário. A Sexta-feira Santa, ou 'Sexta-feira da Paixão', é a Sexta-feira antes do Domingo de Páscoa. É a data em que os cristãos lembram o julgamento, paixão, crucificação, morte e sepultura de Jesus Cristo, através de diversos ritos religiosos.   Na Igreja Católica, este dia pertence ao Tríduo pascal, o mais importante período do ano litúrgico. A Igreja celebra e contempla a paixão e morte de Cristo, pelo que é o único dia em que não se celebra, em absoluto, a Eucaristia.

 

II - SÁBADO – SANTO - DIA 07 Segundo Dia do Tríduo

            É Dia de absoluto Silêncio e contemplação. Prolonga-se o Jejum de Sexta feira santa.

 

            21:30H VIGÍLIA PASCAL NA NOITE DA RESSURREIÇÃO – Início da Páscoa.

A Vigília Pascal, celebra-se na Noite do Sábado Santo, neste tempo em que somos convidados a estarmos vigilantes, à espera da Ressurreição do Senhor, somos também chamados a celebrar, com esperança e alegria, o grande acontecimento da salvação. Por conseguinte, a espera dos cristãos, nesta noite Santa, não se reduz à expectativa da comemoração dum facto, histórico, objectivo e real. É a espera de alguém. É a espera do Senhor, que volta, para nos levar a fazer a Sua Passagem, a Sua Pascoa com Ele.

            Daqui, partem, simbolicamente todas as Cruzes para o Anúncio da Ressurreição. É a explosão da alegria. Fomos salvos pela morte e ressurreição do Senhor.

 

 

III - DOMINGO DE PÁSCOA-DIA 08 - Terceiro Dia do Tríduo

O Domingo de Páscoa é o dia em que até mesmo a mais pobre igreja se reveste com seus melhores ornamentos, é o ápice do ano litúrgico. É o aniversário do triunfo de Cristo. É a feliz conclusão do drama da Paixão e a alegria imensa depois da dor. E uma dor e alegria que se fundem pois se referem na história ao acontecimento mais importante da humanidade: a redenção e libertação do pecado da humanidade pelo Filho de Deus.

Na Igreja Paroquial de São Cosme e Damião teremos as seguintes Missas. Ninguém deixe de participar e comungar nestes Dias. Sem este Encontro eucarístico com Jesus Vivo, na Comunidade, não há Páscoa. Mesmo que haja muitos coelhinhos… mortos nas Estradas, férias, ou devoções mais ou menos sentimentais ou folclóricas. Páscoa – é Vida, que nos é oferecida, para ser acolhida, vivida em Família, na e pela Comunidade e anunciada.

 

 

       ð M i s s a s    à s    7, 3 0 H;     9, 3 0 H;      1 1, 00H

 

       ð PELAS 19:00H - EUCARISTIA DE ENCERRAMENTO DA VISITA PASCAL

                       

 

 

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